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Patriota faz nova convenção nesta segunda-feira para tentar viabilizar filiação de Bolsonaro

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — Partido com o qual o presidente Jair Bolsonaro tem negociado sua filiação, o Patriota realiza nesta segunda-feira uma nova convenção. O objetivo do presidente da sigla, Adilson Barroso, é sanar irregularidades apontadas por um cartório de Brasília, que, entre outros pontos, exigiu a comprovação de que houve quorum qualificado para alterar o estatuto da sigla, na convenção do dia 31 que filiou o senador Flávio Bolsonaro e abriu caminho para o ingresso do presidente da República. A contestação foi provocada pelo vice-presidente do Patriota, Ovasco Resende, adversário político de Barroso e principal entrave à filiação de Bolsonaro.

Ao mesmo tempo que marcou a nova convenção, a ala ligada a Barroso tenta negociar com Resende e seu grupo político. Líder do partido na Câmara dos Deputados, Fred Costa (MG) recebeu de aliados de Bolsonaro a promessa de que, mesmo com a filiação do presidente, continuará controlando o diretório estadual de Minas Gerais e permanecerá com a liderança da legenda na Câmara.

A Resende, que atualmente controla diretórios estaduais como Rio e São Paulo, foi oferecido o controle do partido na capital paulista. E também a manutenção do controle, por Resende, da fundação da sigla, que recebe verba mensal.

Adilson Barroso e Ovasco Resende não chegaram a conversar pessoalmente, e as tratativas têm sido feitas por interlocutores de ambos. Aliados de Bolsonaro conversaram esta semana com Fred Costa, que, afirmam, acenou positivamente à entrada do presidente da República no partido. Procurado pela reportagem, o parlamentar não retornou as chamadas.

Ovasco Resende, por sua vez, continua resistente à filiação de Bolsonaro enquanto não houver uma conversa entre todos.

— Adilson está, de novo, tentando forçar a realização de uma convenção. Ele tem uma diligência a cumprir, exigência feita pelo cartório de notas. E antes de cumprir vai, de novo, cometer irregularidades. Até agora nosso grupo não foi procurado pela família Bolsonaro. Como vai existir consenso sem diálogo? — disse Ovasco.

Já Barroso nega que tenha cometido qualquer irregularidade.

— Por conta da pressão que houve na última convenção, ocorreram alguns erros de digitação na ata. Para resolver isso, vamos fazer uma nova convenção para acertar a documentação do Patriota. Aí o cartório não vai mais poder fazer cobranças — afirmou.

Na última quarta-feira, o cartório do 1° Ofício de Notas do Distrito Federal emitiu uma nota devolutiva — utilizada para cobrar esclarecimentos — dando 30 dias para a entrega de documentos que expliquem a "eventual não satisfação do quorum qualificado".

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