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Passaportes de vacinas com microchips existem, mas não são regra em lugar nenhum

·2 min de leitura

Com o uso de microchips, passaportes de vacinas contra a covid-19 "vestíveis" já são realidade, segundo a startup sueca DSruptive Subdermals. Pesquisadores da empresa desenvolveram um chip implantável que pode afirmar se a pessoa está imunizada ou não. Além disso, o equipamento poderia, potencialmente, ser usado para liberar o acesso ao transporte público ou abrir uma porta. No entanto, o uso massivo da tecnologia está longe de ser uma regra.

Para humanos, o uso de microchips não é consenso e, no momento, nenhum país ou região do globo adota a tecnologia para verificar o status de vacinação contra a covid-19. Segundo os desenvolvedores, o implante não pode ser usado para o rastreio de indivíduos. Independente disso, viralizaram críticas nas redes sociais chamando o invento de "marca da besta".

Microchip do passaporte da vacina

"Tenho um implante de chip em meu braço e programei o chip para ter meu passaporte contra a covid-19, e o motivo é que sempre quero o ter [de forma] acessível", explicou o diretor da startup, Hannes Sjöblad, para a agência de notícias AFP.

Este chip que pode mostrar o status de imunização contra a covid-19 mede apenas 2 mm por 16 mm. Além disso, o conteúdo do microchip só pode ser lido com um equipamento muito próximo, o que impede o uso como forma de rastreamento, segundo Sjöblad.

Microchips podem ser usadas como passaporte da vacina contra covid-19, segundo empresa sueca (Imagem: Reprodução/Microgen/Envato Elements)
Microchips podem ser usadas como passaporte da vacina contra covid-19, segundo empresa sueca (Imagem: Reprodução/Microgen/Envato Elements)

Vale explicar que os planos da empresa em popularizar os microchips são mais antigos do que a pandemia do coronavírus SARS-CoV-2. “Esses implantes não são um fenômeno novo e nós os colocamos em animais há décadas, então, essa é uma tecnologia já testada", afirmou Sjöblad, ainda em 2018, durante uma entrevista para a ABC News.

Na época, o diretor previa que a tecnologia estaria "em toda parte" dentro de um ou dois anos. No entanto, o futuro planejado não se concretizou e nem a emergência da covid-19 ajudou a popularizar esta iniciativa.

Outro desafio para a eventual popularidade da iniciativa é o alto custo dos chips. A estimativa é que o equipamento implantável custe cerca de 100 euros, o que equivale a aproximadamente 640 reais.

Fonte: Canaltech

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