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Partido Novo não ultrapassa os 2% nas pesquisas para prefeito das capitais

Dimitrius Dantas
·2 minuto de leitura
O candidato do NOVO à Prefeitura do Rio, Fred Luz
O candidato do NOVO à Prefeitura do Rio, Fred Luz

Além da retirada da candidatura em São Paulo após a expulsão de Filipe Sabará, as pesquisas de intenção de voto indicam uma situação complicada para o partido Novo. A sigla tem candidatos em outras oito capitais, mas nenhum deles superou 2% das intenções de voto, segundo pesquisas de voto realizadas pelo Ibope até agora.

Em 2018, a legenda chamou a atenção nas eleições, quando elegeu oito deputados federais e um governador, Romeu Zema. O candidato do partido à Presidência, João Amoedo, teve 2,5% dos votos válidos, à frente de candidatos como Henrique Meirelles e Guilherme Boulos, por exemplo.

Este ano, no entanto, parace improvável que o partido conseguirá eleger algum prefeito nas capitais em que terá candidato. Os dois melhores posicionados tem, no máximo, 2% das intenções de voto, segundo o Ibope: João Guilherme, em Curitiba, e Paulo Henrique Grando, em Cuiabá.

Mesmo no estado em que o partido comanda, Minas Gerais, o desempenho não é bom: em Belo Horizonte, Rodrigo Paiva, candidato do Novo, tem 1% da intenção de votos, segundo a pesquisa. Em Campo Grande e no Recife, os candidatos do partido sequer pontuaram nas pesquisas.

A situação é similar à que Filipe Sabará tinha em São Paulo antes da Justiça Eleitoral invalidar sua candidatura a pedido do partido, que o expulsou por problemas em seu currículo.

Para serem escolhidos, os candidatos da sigla passam por um processo seletivo que analisa o currículo e situação financeira dos candidatos, por exemplo.

A retirada da candidatura de Sabará também deixou o partido sem uma candidatura no maior colégio eleitoral do país. No segundo maior, o Rio de Janeiro, o candidato do Novo, Fred Luz, tem 1% dos votos.

O desempenho ruim ocorre em meio a uma disputa interna entre duas alas da legenda: uma, ligada ao ex-presidenciável João Amoedo, que critica o presidente Jair Bolsonaro, e outra mais próxima ao governo federal, representada pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema. O grupo bolsonarista quer, inclusive, tirar Amoedo da direção da sigla.

Com o desempenho ruim para as prefeituras das capitais, a tendência é que a eleição de vereadores defina o rumo do partido a partir do ano que vem. Se a ala bolsonarista eleger mais representantes, a guinada será mais à direita e deve fortalecer Zema como o próximo presidenciável do partido.