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Parler volta ao ar em plataforma independente das “Big Techs”

Felipe Demartini
·2 minuto de leitura

Após cerca de um mês fora do ar, o Parler voltou a funcionar nesta segunda-feira (15). A rede social que se diz partidária da liberdade de expressão, segundo comunicado oficial, agora funciona em uma infraestrutura sustentável e independente das “Big Techs”, as grandes empresas de tecnologia que são apontadas como culpadas por sua remoção em meados de janeiro.

O site voltou ao ar com a maioria de seus recursos, incluindo postagens e alterações em perfis, mas ainda não permite que novos cadastros sejam realizados. Além disso, os aplicativos do Parler seguem indisponíveis no iOS e Android, já que foram banidos da App Store e Play Store. Uma versão independente para o sistema operacional do Google ainda não foi liberada, enquanto a plataforma segue acessível apenas através do navegador, pelo celular ou computador.

A Amazon foi um dos grandes nomes envolvidos nessa remoção, expulsando o Parler de seus servidores de cloud computing no dia 10 de janeiro, alegando violações de seus termos de serviço por causa do conteúdo que era veiculado nele. O mesmo também valeu para Apple e Google na hora de remover os aplicativos.

Nos três casos, o bloqueio está relacionado às evidências de que a invasão ao Capitólio, sede do poder legislativo dos Estados Unidos, foi organizada em grande parte por meio do Parler. A rede social foi lançada originalmente em 2018, com foco em partidários da direita e apoiadores do ex-presidente norte-americano Donald Trump, ganhando os holofotes após a eleição de Joe Biden por conspiracionistas e extremistas, muitos deles banidos do Twitter e Facebook justamente pelo teor de seus discursos.

Em meio à polêmica de sua retirada do ar, o Parler chegou a abrir processos judiciais contra as Big Techs, alegando práticas de monopólio e quebras de leis americanas antitruste, que foram negados por juízes federais do país. Enquanto isso, a empresa trabalhava em prol de seu retorno às atividades e também em proteções contra ataques de negação de serviço.

A rede social não deu mais detalhes sobre sua nova infraestrutura, afirmando apenas que sua nova operação não depende dos terceiros que motivaram sua retirada do ar. A confirmação, entretanto, veio por meio de postagem da SkySilk, empresa com sede em Los Angeles que é a nova “casa” do Parler. Em comunicado, a empresa de hospedagem afirma não necessariamente concordar com as postagens dos usuários da plataforma, mas que também não pretende ser o júri sobre tais questões.

Após uma etapa de verificações e garantia de que tudo está funcionando bem, o Parler diz pretender reabrir as inscrições para novos usuários a partir da próxima semana. Por outro lado, não existem informações sobre o retorno dos aplicativos ou alternativas de acesso que não envolvam o uso de navegadores.

Fonte: Canaltech

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