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Parler desiste de ser comprada por Kanye West

Parler volta atrás e desiste de ser comprada por Kanye West (CHRIS DELMAS/AFP via Getty Images)
Parler volta atrás e desiste de ser comprada por Kanye West (CHRIS DELMAS/AFP via Getty Images)
  • Anúncio foi feito horas após Kanye dar declaração controversa;

  • Parler diz que acordo foi desfeito ainda em novembro;

  • Plataforma ficou conhecida por conservadores extremistas usarem a rede para planejar ataques violentos.

Em outubro, a rede social Parler, que funciona de maneira similar ao Twitter, anunciou que havia chegado a um acordo para ser vendida ao rapper Kanye West em uma declaração que saudava a transação como uma compra de importância mundial.

No entanto, agora a empresa anunciou que chegou a um acordo de rescisão mútua em 1º de dezembro, horas após o rapper, que oficialmente mudou seu nome para Ye, elogiar Adolf Hitler em uma transmissão ao vivo do programa InfoWars, do teórico da conspiração Alex Jones. A rede, contudo, afirmou que a decisão foi tomada ainda em novembro.

“A Parlement Technologies confirmou que a empresa concordou mutuamente com Ye em encerrar a intenção de venda da Parler”, de acordo com o comunicado. “Esta decisão foi tomada no interesse de ambas as partes em meados de novembro. Parler continuará buscando oportunidades futuras de crescimento e evolução da plataforma para nossa vibrante comunidade”.

Em outubro, George Farmer, executivo-chefe da Parlement Technologies, a controladora do aplicativo, havia afirmado que o acordo iria "mudar a maneira como o mundo pensa sobre a liberdade de expressão". Farmer também é esposo de Candace Owens, uma personalidade da extrema-direita americana que tem estado bem próxima de West.

Parler atraiu mais usuários e atenção em 2020, quando personalidades de direita de alto nível migraram para a plataforma após sua suspensão de outras plataformas maiores por violações da política do usuário, incluindo discurso de ódio, desinformação médica e eleitoral e outro conteúdo censurável.

O aplicativo ficou praticamente inacessível após o ataque ao Capitólio dos Estados Unidos, quando em 6 de janeiro de 2021 seus usuários discutiram abertamente planos de interromper violentamente a posse presidencial de Joe Biden.

A Apple o removeu de sua App Store por incluir “ameaças de violência e atividades ilegais” na plataforma. O Google Play também removeu o aplicativo devido a preocupações de que seus usuários incitassem a violência. Um mês depois o aplicativo foi relançado, porém ficou indisponível na App Store até maio de 2021, e na Google Play até setembro deste ano.