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Parlamento da Coreia do Sul é fechado após fotógrafo ser diagnosticado com Covid-19

Extra e agências internacionais
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SEUL — No mesmo momento em que a Coreia do Sul passa por uma aceleração no número de contágios diários, o Parlamento do país fechou as portas nesta quinta-feira, e um grupo de deputados entrou em quarentena voluntariamente, temendo uma propagação da Covid-19 após um repórter fotográfico que cobria uma reunião no local ter sido diagnosticado com a doença.

Dez integrantes do Partido Democrático, incluindo o presidente e o líder da bancada parlamentar, farão o teste e vão permanecer em isolamento. O fotógrafo teve contato, nesta quarta-feira, com quase 50 pessoas, incluindo 32 deputados e líderes políticos.

Este é o segundo fechamento do Parlamento por causa da pandemia. O primeiro aconteceu em fevereiro, quando uma pessoa que estava no local foi diagnosticada com a doença.

Autoridades do país também começaram a investigar um novo surto do novo coronavírus em um bloco de apartamentos na capital Seul. Até o momento, cerca de 28 entre 436 pessoas foram diagnosticadas com o vírus.

Segundo uma autoridade da cidade, oito dos infectados moram em apartamentos em andares diferentes.

O país, a princípio considerado uma referência no combate à pandemia, passou a registrar novos focos da doença desde meados de agosto. Muitos dos casos estão relacionados a igrejas protestantes.

O governo registrou 441 novos casos nas últimas 24 horas, o maior aumento diário em seis meses. Esse é o 14º dia consecutivo que as infecções estão acima de 100 — no total, são 18.706 contaminados.