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Paris entra na mira de bancos dos EUA em guerra por talentos

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Um banqueiro de investimentos em Paris disse que não tem uma semana sem que receba um telefonema de um headhunter com uma oferta de emprego. Outro recebeu um aumento inesperado em junho, depois de um reajuste anual apenas alguns meses antes.

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Com gigantes como JPMorgan Chase, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Bank of America e Citadel expandindo as operações na capital francesa, a cidade se tornou um dos mercados de trabalho mais disputados da Europa para profissionais de finanças. Os salários estão em alta, e empresas de recrutamento dizem que tem sido difícil encontrar candidatos promissores.

“O mercado está muito apertado”, disse Renaud Garnier, gerente executivo de serviços bancários e financeiros da empresa de headhunting Michael Page. Os candidatos “agora estão envolvidos em três ou quatro processos de contratação ao mesmo tempo”.

Empresas financeiras dos EUA, que por décadas usaram Londres como porta de entrada para o mercado único europeu, estão abrindo escritórios ou reforçando operações existentes no continente para manter seu acesso ao bloco. Até o final deste ano, Paris terá adicionado 3 mil empregos no setor financeiro graças ao Brexit, disse o ministro das Finanças da França, Bruno Le Maire, em junho. Muitos pensam que a onda é apenas o começo.

“As primeiras realocações de bancos em Paris criaram um ecossistema financeiro abrangente que deve atrair mais instituições financeiras”, disse Arnaud de Bresson, diretor-gerente do Paris Europlace, uma associação do setor que promove a cidade como centro financeiro internacional. “Fundos de hedge, gestores de ativos e outros provedores de serviços financeiros também querem fazer parte disso. É um efeito bola de neve.”

Os dias em que banqueiros juniores na França recebiam menos do que profissionais do Reino Unido podem em breve ser coisa do passado. Um analista de fusões e aquisições em Paris agora pode ganhar um salário-base entre 60 mil euros e 70 mil euros ao ano, alcançando rapidamente o nível de Londres, dizem headhunters. Um gerente de um banco francês se queixou de que rivais americanos estão pagando muito aos banqueiros e distorcendo o mercado.

Embora a remuneração média na França permaneça mais baixa do que no Reino Unido, “tem havido pressão sobre os salários desde o Brexit, já que bancos locais estão tentando igualar o que instituições estrangeiras podem oferecer”, disse Stephane Rambosson, cofundadora da empresa de seleção de executivos Vici.

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