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Paranaguá bate recorde com embarque de 108,6 mil t de farelo de soja em um só navio

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - O Porto de Paranaguá, no Paraná, iniciou no último final de semana o maior embarque de farelo de soja em um único navio de sua história, em operação que envolve 108.577 toneladas do produto, informou nesta segunda-feira a empresa que gere o terminal.

Segundo a estatal Portos do Paraná, o carregamento está sendo realizado no navio graneleiro com bandeira panamenha Pacific Myra, de 292 metros de comprimento e 45 metros de largura, que levará o farelo para a Holanda.

O novo carregamento acompanha um aumento nas atracações de navios gigantes --com mais de 290 metros de comprimento-- para embarques de farelo de soja em Paranguá, que tem sido verificado desde meados do ano passado.

Em junho de 2020, o navio Pacific South foi carregado com 102,2 mil toneladas de farelo; no mês seguinte, foi a vez do E.R. Bayonne, que recebeu 104,2 mil toneladas. Assim como o Pacific Myra, ambos utilizaram o berço 214 de Paranaguá.

"Agora estamos embarcando mais de 108,5 mil. Todos no mesmo berço. Estamos nos superando a cada novo grande embarque, e conseguindo carregar cada vez mais, com segurança e eficiência", disse em nota o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Na tarde desta segunda-feira, de acordo com o comunicado, ainda restavam 65 mil toneladas para carregamento na embarcação, que deve zarpar na madrugada da próxima quarta-feira.

"Muito embora não seja comum navios graneleiros desse porte, estamos mostrando que podemos nos habilitar para operação desse tipo, aproveitando oportunidades de mercado", destacou o diretor de Operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, acrescentando que os custos envolvidos nessas operações são relativamente menores do que com navios de médio porte.

O carregamento tem sido realizado por correias que partem de quatro terminais diferentes de Paranaguá. A agência responsável é a Cargill, enquanto a operação é da Tibagi, disse a estatal.

(Por Gabriel Araujo)