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Para vencer o Botafogo, Vasco deve ter atenção a Chay e Navarro, além de explorar os escanteios

·2 minuto de leitura


O clássico deste sábado coloca na frente do Vasco um Botafogo que também tem treinador há pouco tempo. E tem um time com algumas virtudes e problemas fáceis de identificar. Provavelmente, Lisca explorou tais informações antes do treino desta sexta-feira. E o setorista do Glorioso no LANCE!, Sergio Santana, explica quais são estas questões.

- O Vasco tem que ficar de olho no Rafael Navarro, que é um cara que sabe usar o jogo direto. O Botafogo tem de criar jogadas com troca de passes, então, às vezes, o chutão vai na direção do Rafael Navarro e ele consegue se virar contra os zagueiros, mesmo sendo menos forte fisicamente - ele foi essencial na vitória sobre o CSA, quando deu duas assistências - alertou o jornalista, que exaltou outro atacante:

- O Chay chegou como destaque do Carioca, era contratação de baixo risco, tem 30 anos, veio de clube menor, mas é essencial ao time. Geralmente, quando ele toca na bola, o time cria alguma coisa. O problema é que, geralmente, ele não consegue ficar os 90 minutos com a mesma intensidade. Mas, com certeza, são os dois jogadores nos quais o Vasco precisa ficar de olho - analisou Sergio.

Enderson Moreira comandou o Botafogo em dois jogos até agora. Foram duas partidas até agora, mas o responsável pela cobertura do adversário cruz-maltino entende que a mudança foi muito mais no aspecto emocional.

- Não dá para dizer ainda que o Botafogo mudou no sentido tático. Os elogios ao Enderson, ao meu ver, vão para a parte anímica. Dá para ver que o time está mais confiante - explicou, lembrando o contexto anterior:

- Quando o (Marcelo) Chamusca saiu, estava um clima de terra arrasada. Então é um Botafogo mais confiante, mas ainda não tão diferente no aspecto tático do time do técnico anterior. Mas sabemos que confiança faz diferença - ponderou.

-> Confira a tabela da Série B do Campeonato Brasileiro

Na análise de Sergio Santana, o maior problema do Botafogo é algo que o Vasco conhece bem: o jogo aéreo defensivo, que também tem causado dores de cabeça em São Januário.

- A bola aérea defensiva é o pesadelo do Botafogo. Mais da metade dos gols sofridos (total de 18) saíram de escanteio. O posicionamento nos escanteios é um pesadelo. O time não sabe se comportar - afirmou.

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