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Para presidente da Cruz Vermelha, ômicron é fruto da desigualdade vacinal

·2 min de leitura

O surgimento da variante ômicron do coronavírus é a "prova definitiva" do perigo de taxas de vacinação desiguais em todo o mundo, disse o chefe da Cruz Vermelha nesta sexta-feira (3). Cerca de 65% das pessoas em países de alta renda receberam pelo menos uma dose da vacina contra o coronavírus, mas pouco mais de 7% em países de baixa renda, mostram números da ONU.

"A comunidade científica alertou a comunidade internacional em várias ocasiões sobre os riscos de novas variantes em lugares onde há uma taxa muito baixa de vacinação", disse Francesco Rocca, presidente da Cruz Vermelha à agência AFP, em entrevista em Moscou.

Os países ocidentais foram acusados ​​de acumular vacinas e a Organização Mundial de Saúde (OMS) os exortou a evitar uma corrida para dar doses de reforço, quando milhões em todo o mundo ainda não receberam uma única dose.

"Esta é uma abordagem egoísta vinda da comunidade ocidental, é realmente uma abordagem cega", disse Rocca. "É inacreditável que ainda não estejamos percebendo o quanto estamos interconectados. É por isso que chamo a variante ômicron de evidência definitiva."

A ômicron, uma versão fortemente mutada do coronavírus, foi relatada pela primeira vez na África do Sul em 24 de novembro e agora está presente em mais de duas dezenas de países.

Isso gerou uma onda de proibições de viagens, colocou a recuperação econômica global em dúvida e gerou alertas de que poderia causar mais da metade dos casos de covid na Europa nos próximos meses.

Quebra de patentes: solução para o fim da pandemia?


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