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Para diminuir dívida, Madero pretende estrear na bolsa por R$ 2 bi

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(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
  • R$ 1,2 bilhão a R$ 1,5 bilhão se destina a débitos da empresa;

  • A dívida da empresa com bancos, fornecedores e governos alcança R$ 2,4 bilhões

  • Grupo chegou a abarcar 200 unidades em 70 cidades do país

A ponto de fechar as portas no ano que vem, o Grupo Madero de restaurantes e cafés pretende apresentar a investidores uma oferta pública inicial de ações que deve girar em torno de R$ 2 bilhões, segundo o que revelaram duas fontes ao jornal Valor Econômico. A dívida da empresa com bancos, fornecedores e governos alcança R$ 2,4 bilhões; desse total, 31% têm vencimento em um ano.

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Numa espécie de termômetro de interesse para a empresa e os bancos, as negociações estão na fase que precede a definição da faixa indicativa de preço da ação. Em conversas de bastidores, as entidades gestoras têm abordado os aspectos financeiros da rede e a necessidade de usar recursos da oferta para reduzir alavancagem e equilibrar a estrutura de capital do Madero, do empresário Junior Durski.

Do total, R$ 1,2 bilhão a R$ 1,5 bilhão devem ir para o caixa da empresa, que tem como destino pagar dívidas, principalmente, e acelerar o crescimento orgânico. O Valor apurou que há expectativa de venda de fatia da participação do fundo norte-americano Carlyle no lote adicional da oferta.

O grupo fundado em 2005, por Junior Durski, chegou a abarcar 200 unidades das marcas Restaurante Durski, Madero e Jeronimo Burger distribuídas em 70 cidades do país. Em 2019, Durski vendeu 22% de seu capital para o Carlyle. Desde o ano passado, com o fechamento de unidades, alguns sócios minoritários se retiraram, como o apresentador Luciano Huck.

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