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Papa pede fim do “naufrágio da civilização” em visita à ilha grega símbolo da crise migratória

·2 min de leitura

O papa Francisco denunciou, neste domingo (5), o "naufrágio da civilização" que abandona os migrantes, em seu discurso no acampamento de refugiados da ilha grega de Lesbos, onde foi recebido por várias famílias. O segundo dia da viagem do pontífice à Grécia foi marcado pela visita ao campo de Mavrovouni, que abriga cerca de 2.200 requerentes de asilo em condições difíceis.

Em um discurso emocionado, Francisco fez um apelo para enfrentar a crise migratória, cinco anos após sua primeira visita à ilha grega. O Mediterrâneo "está se tornando um cemitério frio sem lápides [...] eu imploro, vamos parar este naufrágio da civilização!", declarou ao ser recebido por vários refugiados que se reuniram entre os contêineres e tendas.

O pontífice argentino cumprimentou e abençoou as famílias presentes, incluindo muitas crianças. Francisco abraçou um menino e se dirigiu a um grupo de refugiados. "Estou tentando ajudá-los", disse ele. Em uma tenda, o papa, visivelmente comovido, ouviu um coral formado por um grupo de exilados e lamentou que o Mediterrâneo, "berço de tantas civilizações", seja hoje "um espelho da morte".

Mediterrâneo

"Não permitamos que o 'mare nostrum' se transforme num desolado 'mare mortuum' (...), não deixemos que este mar de memórias se transforme no mar do esquecimento", disse, na presença de vários líderes religiosos, da presidente grega, Katerina Sakellaropoulou, do vice-presidente europeu, Margaritis Schinas, e do ministro grego das Migrações, Notis Mitarachi.

Cerca de 40 requerentes de asilo, a maioria católicos de Camarões e da República Democrática do Congo (RDC), assistiram ao Angelus dominical e estiveram presentes no discurso proferido pelo papa, debaixo de uma tenda.

Refugiados


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