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Correção:Pandemia impulsiona venda de títulos sociais emergentes

Sydney Maki
·2 minutos de leitura

(Bloomberg) -- (Corrige cargo no terceiro parágrafo e período de comparação no quarto parágrafo. Atualiza números em segundo e quarto parágrafos; atualiza emissão em último parágrafo.)

Enquanto países mais pobres tentam combater a crise de saúde, o mercado é inundado com ofertas recordes de títulos sociais do mundo em desenvolvimento neste ano.

Governos e empresas de mercados emergentes venderam mais de US$ 10 bilhões em títulos sociais, aumentando o volume de emissões ESG - títulos que atendem a critérios ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês - para US$ 46,6 bilhões, segundo dados compilados pela Bloomberg. Os chamados títulos verdes ainda representam a maior parte das emissões ESG.

“Esse é um espaço que definitivamente veremos crescer e se expandir”, disse Erin Boeke Burke, diretora associada de finanças sustentáveis da S&P Global Ratings. “A atenção urgente às questões sociais - como vacinas, moradia e acesso à água potável” impulsionou de fato o segmento, disse.

As emissões de títulos sociais, que muitas vezes são usados para financiar projetos de saúde, habitação ou segurança alimentar, deram um salto de 258% no acumulado do ano até 22 de setembro em comparação com todo passado, mostram dados compilados pela Bloomberg.

O Equador deu início ao boom em janeiro, com a emissão de US$ 400 milhões em títulos para ajudar a financiar moradias populares. Após a crise de Covid-19, outros migraram para mercados internacionais, incluindo a Guatemala, que vendeu US$ 500 milhões em títulos sociais para financiar projetos de saúde e segurança alimentar.

O banco coreano Shinhan Financial vendeu títulos sociais denominados em dólar australiano na terça-feira com vencimento em cinco anos destinados a apoiar programas contra a Covid-19.

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