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Pandemia reduziu migração mundial em 30%, aponta ONU

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Cerca de 300 hondurenhos partiram em caravana para os Estados Unidos, fugindo da violência em seu país e da crise causada pelos furacões Eta e Iota, da Grande Central Metropolitana de San Pedro Sula, 180 quilômetros ao norte de Tegucigalpa, em 14 de janeiro de 2021.

A pandemia de Covid-19 desacelerou a migração global em quase 30%, com cerca de 2 milhões de migrantes a menos entre 2019 e 2020, aponta um relatório das Nações Unidas divulgado nesta sexta-feira. No total, 281 milhões de pessoas viviam fora de seu país em 2020.

O relatório "Migração Internacional 2020" revela que dois terços dos migrantes registrados vivem em apenas 20 países, com os Estados Unidos liderando a lista, somando 51 milhões de imigrantes em 2020. Em segundo lugar está a Alemanha, com 16 milhões, seguida por Arábia Saudita (13 milhões), Rússia (12 milhões) e Reino Unido (9 milhões).

A Índia ficou no topo da lista de países com as maiores diásporas em 2020, com 18 milhões de indianos vivendo fora de seu país natal. Outros países com grandes comunidades no exterior são México e Rússia, cada um com 11 milhões, seguidos por China (10 milhões) e Síria (8 milhões).

O maior número de migrantes residiu na Europa no ano passado, um total de 87 milhões. A Europa registra o maior número de casos de migração intra-regional. Um total de 70% dos migrantes europeus se instalaram em outro país do mesmo continente.

prh/rle/jh/dw/tly/rsr/lb