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Pandemia quebrou o modelo do Fed, e esta semana pode mostrar o quanto

Nuvens sobre a sede do Federal Reserve, banco central dos EUA, em Washington

Por Howard Schneider

WASHINGTON (Reuters) - O chair do Federal Reserve, Jerome Powell, usou seus primeiros quatro anos no comando do banco central para reformular a política monetária dos Estados Unidos em torno da ideia de que inflação e desemprego baixos poderiam coexistir.

Foi um movimento destinado a disseminar mais amplamente os ganhos do crescimento econômico e manter o foco no emprego durante a recuperação da pandemia.

Mas as suposições em que se baseou -- uma economia global relativamente sem atritos e com uma cadeia de abastecimento bem lubrificada; um mercado de trabalho norte-americano equilibrado com pouco mais de um emprego aberto para cada desempregado -- foram abaladas por eventos que parecem ter colocado as duas metas do Fed, de pleno emprego e inflação moderada, de volta em oposição.

A taxa de desemprego atual de 3,6% é mais semelhante aos anos 1950 e 1960, com os trabalhadores exercendo influência para negociar salários mais altos e, dada a pandemia, condições melhores de trabalho.

A inflação, no entanto, está subindo a mais de 8% ao ano, deixando as autoridades do Fed em uma encruzilhada sobre como domá-la e enfrentando a possibilidade de que sua "trajetória estreita" de volta ao mundo pré-pandemia de desemprego e inflação baixos possa ter sido fechado.

As autoridades do Fed devem elevar a taxa de juros pela terceira vez este ano na quarta-feira, com um aumento de 0,5 ponto percentual visto como o resultado provável, juntamente com sinais de mais, desde que a inflação continue ultrapassando em muito sua meta de 2%.

Em novas projeções, elas também darão sua visão do que está em risco e do preço que a economia pode pagar através da desaceleração do crescimento e do aumento do desemprego para colocar a inflação de volta em linha.

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