Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.061,99
    -871,79 (-0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.528,97
    +456,35 (+0,95%)
     
  • PETROLEO CRU

    62,61
    +0,17 (+0,27%)
     
  • OURO

    1.784,60
    +6,20 (+0,35%)
     
  • BTC-USD

    55.222,01
    -26,16 (-0,05%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.266,85
    +32,43 (+2,63%)
     
  • S&P500

    4.134,94
    -28,32 (-0,68%)
     
  • DOW JONES

    33.821,30
    -256,33 (-0,75%)
     
  • FTSE

    6.859,87
    -140,21 (-2,00%)
     
  • HANG SENG

    28.649,14
    -486,59 (-1,67%)
     
  • NIKKEI

    28.531,22
    -569,16 (-1,96%)
     
  • NASDAQ

    13.739,75
    -54,50 (-0,40%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6886
    -0,0139 (-0,21%)
     

Pandemia impediu que 12 milhões de mulheres tivessem acesso a contraceptivos, diz ONU

·1 minuto de leitura
Uma mulher grávida usando uma máscara facial passa por um mural "Plano de parto humanizado" em Caracas, em 19 de janeiro de 2021

A pandemia da covid-19 impediu que 12 milhões de mulheres tivessem acesso à contraceptivos no ano passado, levando a 1,4 milhão de gestações indesejadas, de acordo com um relatório do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) divulgado nesta quinta-feira (11).

Essas 12 milhões de mulheres vivem em 115 países. A pandemia as impediu de acessar os serviços de planejamento familiar, de acordo com um comunicado da principal agência da ONU sobre saúde sexual e reprodutiva.

“As gravidezes não param durante as pandemias ou crises. Devemos garantir que as mulheres e meninas tenham acesso ininterrupto a anticoncepcionais e medicamentos para a saúde materna”, declarou a diretora do UNFPA, Natalia Kanem, no comunicado.

“O impacto devastador da covid-19 nas vidas de milhões de mulheres e meninas no ano passado ressalta a importância vital de garantir a continuidade dos serviços de saúde reprodutiva”, disse.

De acordo com o relatório, o acesso a anticoncepcionais caiu em 2020, quando as mulheres redirecionaram seus recursos financeiros devido a restrições de viagens.

Segundo dados coletados pela agência da ONU, as dificuldades de acesso aos programas de planejamento familiar foram observadas principalmente durante os meses de abril e maio.

prh/vgr/mps/yo/ap