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Pandemia gera alta de phishing e interesse por “como hackear” perfis do Facebook

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

Um novo estudo divulgado pela NordVPN, famosa solução de rede virtual privada (private virtual network ou VPN), mostra que a pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) realmente incentivou o crime cibernético — não só entre aqueles que já praticavam tais atos obscuros, mas também pelo público que pode ser considerado leigo no assunto. De acordo com a companhia, após analisar os termos mais buscados no Google, foi constatado que os internautas realizaram mais de 171 mil pesquisas sobre como “hackear” algum sistema.

Desse montante, 46% eram de pessoas interessadas em invadir perfis alheios do Facebook, enquanto 21% se focaram em quebrar senhas de redes Wi-Fi. O interesse específico pela plataforma criada por Mark Zuckerberg tem uma justificativa: “Uma vez obtidas por um cibercriminoso, as contas do Facebook podem abrir portas para o Instagram, lojas online que mantêm dados de cartão de crédito, entre outras”, explica Daniel Markuson, especialista em privacidade digital da NordVPN.

Também assusta a quantidade de e-mails falsos (phishing) que foram disparados desde o início da crise pandêmica: a companhia contabilizou um aumento de 400% de tentativas durante esse período. Junto com outros golpes de engenharia social — ou seja, que visam manipular os sentimentos e as emoções humanas para convencer o internauta a adotar uma postura insegura —, tal prática corresponde a 60% de todos os ataques cibernéticos identificados em pleno isolamento social.

Felizmente, há boas notícias: a adoção de VPNs no ambiente corporativo aumentou em 165%, com um crescimento de 600% nas vendas dessas soluções para empresas ao redor do globo. Para 97% dos usuários, a proteção online é a principal vantagem desses apps. “O aumento dos ataques cibernéticos deixou as pessoas mais preocupadas com a proteção de seus dados. Elas estão usando mais PCs para tarefas profissionais, o que cria a necessidade de proteger qualquer dado que possa ser trafegado nessas redes”, conclui Markuson.

Fonte: Canaltech

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