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Pandemia da covid-19 reduz em um ano expectativa de vida nos EUA

·1 minuto de leitura
O presidente dos EUA, Joe Biden, Igreja Católica em 16 de janeiro de 2021 em Wilmington, Delaware. O mandatário norte-americano enfrenta a queda na expectativa de vida dos americanos como seu primeiro desafio oriundo da pandemia de covid-19

A expectativa de vida nos Estados Unidos diminuiu um ano no primeiro semestre de 2020, para 77,8 anos, quando a pandemia covid-19 se espalhou pelo país, segundo dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (18).

As minorias foram as mais atingidas por essa redução: os negros perderam três anos e os latinos, quase dois anos, indicaram os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) governamentais.

Para toda a população dos Estados Unidos, a expectativa de vida ao nascer era de 77,8 anos no primeiro semestre de 2020, um ano a menos do que em 2019, quando era de 78,8, de acordo com o CDC.

A esperança de vida registada no primeiro semestre de 2020 é a mais baixa desde 2006, de acordo com o relatório, embora afirme que os números são provisórios, uma vez que os efeitos da pandemia ainda estão sendo contabilizados.

Os números "não refletem os efeitos completos da pandemia covid-19 em 2020 e outras mudanças nas causas de morte, como o aumento de mortes transitórias por overdose de drogas".

As minorias têm sofrido altas taxas de mortalidade devido, em parte, às dificuldades de trabalhar em casa, famílias grandes e um acesso precário a cuidados de saúde, incluindo testes para o coronavírus.

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela covid-19 em termos absolutos, com 490.000 mortes relacionadas à pandemia.

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