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Pandemia aumentou ataques cibernéticos a apps e softwares usados em aulas online

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

Com a pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV2), as escolas tiveram que ser fechadas e as aulas passaram a ser realizadas de forma online, através das mais diversas plataformas de comunicação online disponíveis no mercado. Segundo um levantamento da Kaspersky, criminosos cibernéticos estão se aproveitando dessa tendência e distribuindo versões maliciosas de programas utilizados por professores e alunos.

Após analisar esse cenário, os especialistas concluíram que a quantidade de ataques desse tipo durante o segundo semestre de 2020 foi 60% maior do que os primeiros meses do ano; além disso, se compararmos a quantia de incidentes entre os meses de julho a dezembro, o crescimento foi de 20.000% em relação ao mesmo período de 2019. Foram registrados um total de 270 mil ocorrências desse tipo.

Os programas favoritos dos criminosos são o Zoom, o Moodle e o Google Meet; porém, também aparecem no ranking, de forma decrescente, as soluções edX, Google Classroom, Coursera e Blackboard. Os malwares disseminados costumam ser adwares (que bombardeiam o PC da vítima com anúncios indesejados) e riskwares (que adicionam barras e extensões nos navegadores instalados).

“Infelizmente, até que todos os alunos estejam de volta à sala de aula em tempo integral, as instituições educacionais continuarão a ser alvos dos criminosos, especialmente porque a cibersegurança não é prioridade nesse setor. No entanto, a pandemia deixou claro que isso precisa mudar, especialmente porque a tecnologia está sendo cada vez mais incorporada às salas de aula, virtuais ou não”, comenta Anton Ivanov, especialista da Kaspersky.

O especialista ressalta que tanto os alunos quanto os tutores precisam prestar atenção antes de baixar um software ou fazer login em uma plataforma online — só é recomendável fazer download de programas em seus sites oficiais. Além disso, certifique-se de que você não esteja em uma página falsa, observando detalhes como a URL e eventuais divergências visuais que denunciem um golpe.

Fonte: Canaltech

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