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Pandemia ‘abençoa’ fortuna e número de bilionários cresce 13,4%

·2 minuto de leitura
Ilustração em que um homem se situa em cima de um monte de dinheiro e outro em apenas uma moeda
Enquanto isso, 14 milhões de brasileiros enfrentam desemprego
(Getty Creative)
  • Número de bilionários no mundo ultrapassou, pela primeira vez, 3 mil pessoas

  • Enquanto a população enfrentava desemprego e crise, ricaços ampliaram fortuna 

  • América do Norte e Ásia foram os continentes mais beneficiados 

Enquanto famílias se viram da forma que podem para colocar alimento nas mesas, um levantamento da empresa Wealth-X mostra que a pandemia fez com que, pela primeira vez, o número de bilionários no mundo ultrapassasse 3 mil pessoas.

A quantidade representa um aumento de 13,4% em 2020. A riqueza total também cresceu, alcançando 10 trilhões de dólares, o que equivale a 53,56 trilhões de reais.

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"A pandemia global gerou uma sorte inesperada para a riqueza dos bilionários, impulsionada pela enxurrada de estímulos monetários e lucros crescentes em setores-chave que cunharam uma nova onda de bilionários mais jovens e autodidatas", pontuou o relatório.

Os setores de tecnologia foram os mais beneficiados e, com relação à localização da nova fileira de bilionários, o maior aumento foi percebido na América do Norte e Ásia – que cresceu 16,5% e atingiu 883 pessoas.

Já os setores de viagens e entretenimentos não tiveram tanta sorte, e os bilionários que trabalham com isso não viram sua fortuna aumentar expressivamente. Ainda assim, os ganhos de riqueza aconteceram em um momento crítico para grande parte da população. Trabalhadores ao redor do mundo perderam 3,7 trilhões de dólares em ganhos durante a pandemia, um valor correspondente a 19,82 trilhões de reais, conforme apontou a Organização Internacional do Trabalho (OIT). No Brasil, são mais de 14 milhões de desempregados.

Por que tanta desigualdade?

Para Débora Freire, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “essa notícia [da Forbes, com relação aos 42 novos nomes] dos bilionários [no Brasil] em plena crise diz muito sobre o novo perfil dos ricos. A riqueza hoje está concentrada principalmente nos frutos das atividades no mercado financeiro. E isso, no Brasil, representa de fato muito da nossa concentração de riquezas”.

Apesar do recuo na taxa de desemprego para 14,1%, o indicador segue acima do registrado no segundo trimestre de 2020 (13,3%).

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