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Palmeiras campeão com a estrela de Abel e o brilho de Breno Lopes

Alexandre Praetzel
·2 minuto de leitura
Jogadores levantam a taça de campeão da Libertadores da América. Foto: Jorge Rodrigues/AGIF
Jogadores levantam a taça de campeão da Libertadores da América. Foto: Jorge Rodrigues/AGIF

A conquista da segunda Libertadores da América pelo Palmeiras teve a estrela do técnico e um herói improvável. Abel Ferreira chegou da Grécia para mudar o Palmeiras e deixá-lo encorpado para lutar por títulos. A vitória de 1 a 0 sobre o Santos teve o dedo do treinador ao colocar Breno Lopes em campo. O atacante veio do Juventude como nome para o elenco e conseguiu seu espaço com bom desempenhos. O gol de cabeça o deixa eternamente na história alviverde, mesmo que ele não se firme no clube.

A final foi muito disputada, travada e fraca, tecnicamente, com uma nota 5. Parecia que os dois times estavam com medo de sair atrás do placar, priorizando as fortes marcações e esquecendo-se das criações de jogadas e bola no chão. O primeiro tempo foi bem abaixo do esperado e teve um Santos mais fechado, com a escalação de Sandry no lugar de Lucas Braga.

Na segunda etapa, o panorama não se alterou, com muita cautela em campo e espera do erro adversário. Com a prorrogação batendo à porta, o Palmeiras conseguiu o gol num cruzamento de Rony, sem olhar para a área. A bola encontrou Breno Lopes, que foi cirúrgico no tempo e cabeceou brilhantemente por cima de Pará e John. Gol do título, gol para a história. Curiosamente, o lance aconteceu depois da expulsão correta do técnico Cuca, por tentar retardar o jogo, num entrevero com Marcos Rocha. O blog dá nota 9 para o árbitro argentino Patrício Lostau, um dos melhores em campo.

No Palmeiras, destaques para Weverton, Gómez(o melhor da Libertadores) e Danilo, além de Breno Lopes. No Santos, Pituca foi bem, mas Marinho, Kaio Jorge e Soteldo foram anulados pelos defensores palmeirenses.

O título coroa a gestão de Maurício Galiotte e deixa o Palmeiras consistente para o último ano. Ainda é possível sonhar com o título mundial e tentar ganhar sua quarta Copa do Brasil com o insaciável Abel Ferreira.

No Santos, é hora de reconstrução com Cuca, base e reforços pontuais, com as saídas de Lucas Veríssimo, Pituca e, talvez, Soteldo.