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Palestina aprova uso emergencial da vacina Sputnik V e receberá primeiro lote em um mês

Anita Efraim
·1 minuto de leitura
RAFAH, GAZA - JANUARY 11: Health officials afffiliated to Palestinian Health Ministry take a swab sample from people for PCR tests for the novel coronavirus (COVID-19) in Rahaf, Gaza, on January 11, 2021. (Photo by Ali Jadallah/Anadolu Agency via Getty Images)
Profissionais da Saúde palestinos fazem exames PCR em moradores da Faixa de Gaza (Foto: Ali Jadallah/Anadolu Agency via Getty Images)

A Autoridade Palestina aprovou o uso emergencial da vacina Sputnik V, imunizante contra o coronavírus desenvolvido pelo instituto russo Gamaleya. A previsão é que o primeiro carregamento com doses da vacina chegue em um mês.

As informações foram divulgadas pelo Fundo Russo de Investimentos Diretos. “A vacina foi registrada sob uso emergencial, sem necessidade de testes clínicos adicionais”, explicou a instituição. O comunicado, no entanto, não divulgou quantas doses serão direcionadas para a Palestina.

Na última terça-feira, o primeiro-ministro da Palestina, Mohammad Shtayyeh, havia confirmado que a Autoridade Palestina firmou contratos com quatro empresas que estão desenvolvendo vacinas contra a covid-19, mas sem especificar quais as companhias. Segundo Shtayyeh, as doses chegarão nos próximos dois meses.

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A prioridade dos palestinos é vacinas profissionais da saúde e, em seguida, pacientes internados e idosos.

A Sputnik V está sendo usada para imunizar pessoas na Argentina. No Brasil, a vacina será produzida para exportação.

Israel, que já vacinou quase 2 milhões de pessoas, não prevê o uso da Sputnik V. No país, a vacina usada é da Pfizer/BioNTech. O programa de vacinação israelense, considerado um sucesso, não se estende aos palestinos, o que tem gerado críticas por parte de órgãos internacionais.