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Palavra final sobre economia é minha e do Paulo Guedes, diz Bolsonaro

Matheus Schuch, Fabio Murakawa e Daniel Rittner
·2 minutos de leitura

Presidente se disse surpreso com reações do mercado por declarações do segundo escalão e rebateu críticas em relação à posição do governo sobre a Lava-Jato Diante da desconfiança em torno da formatação de seu programa social, o Renda Cidadã, o presidente Jair Bolsonaro disse que respeita contratos, garantiu que não quer "dar um jeitinho para isso ou para aquilo" e criticou as reações negativas do mercado. "Me surpreende o mercado se agitar quando alguém do segundo escalão diz alguma coisa. A palavra final sobre Economia é minha e do Paulo Guedes", asseverou durante evento sobre flexibilização de regras da aviação civil, no Palácio do Planalto. Em novas críticas à imprensa, o presidente rechaçou a ideia de ser "autoritário" e lembrou não ter proposto "controle social da mídia" ou "PL para combater Fake News". "A liberdade é a alma do nosso povo. Eu, sem liberdade, abro mão da minha vida", afirmou. No momento em que é criticado por apoiadores da Lava-Jato pela escolha do desembargador Kassio Nunes Marques para o Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro afirmou que não quer acabar com a operação. "Eu não quero acabar com a Lava-Jato. Eu acabei com a Lava-Jato porque não tem mais corrupção no governo", afirmou. No discurso, Bolsonaro também elogiou seus ministros e disse que o efeito da pandemia no Brasil foi reduzido por medidas tomadas pelo governo, citando iniciativas da área econômica. "Eu acredito nos meus 23 ministros, por isso fomos um dos países que melhor se saiu na pandemia", afirmou. "O nosso país teve o arrojo de, com a lealdade de Paulo Guedes, tomar providências. O governo trabalhou unido, graças à liberdade que vocês [ministros] têm". No dia em que o Parlamento Europeu rejeitou, de forma simbólica, o acordo Mercosul-UE, Bolsonaro voltou a reclamar sobre a pressão internacional por resultados no combate ao desmatamento e queimadas no Brasil. "Por que não promovemos o turismo na Amazônia para mostrar para o gringo que a Amazônia não pega fogo?", provocou, ao comentar que as medidas que assinou hoje irão facilitar a expansão do transporte aéreo. Marcelo Camargo/Agência Brasil