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País se reconstrói no metaverso para se preservar das mudanças climáticas

Tuvalu quer se recriar no metaverso como forma de fugir das mudanças climáticas
Tuvalu quer se recriar no metaverso como forma de fugir das mudanças climáticas
  • País quer recriar todos seus aspectos no metaverso, inclusive sua soberania;

  • Nação é composta de nove ilhas e atóis no meio do Oceano Pacífico;

  • Tuvalu corre sério risco de ser engolida pelos mares.

Tuvalu, um pequeno Estado na Polinésia, está recriando a si mesmo no metaverso, como um esforço para se manter vivo frente uma ameaça real de desaparecimento das ilhas devido às mudanças climáticas. O pequeno país localizado no meio do Oceano Pacífico é formado por nove ilhas e atóis, que estão em sério risco de ficarem submersas caso o nível dos mares continue a aumentar.

A iniciativa de preservação no metaverso de Tuvalu foi anunciada pelo ministro da Justiça, Comunicação e Relações Exteriores de Tuvalu, Simon Kofe, durante um discurso aos líderes mundiais na COP27, a conferência climática das Organizações das Nações Unidas deste ano.

As ilhas de Tuvalu são conhecidas por suas praias paradisíacas, belezas naturais, clima tropical e uma rica cultura. Segundo Kofe, a reconstrução do país no metaverso é a única solução para o pior cenário enfrentado pela nação, sendo capaz de preservar o patrimônio natural e cultural do povo local.

Para o ministro, a digitalização de Tuvalu será capaz de manter viva três aspectos da nação: seu território, sua cultura e sua soberania. Ou seja, a ideia de Kofe não é somente preservar o arquipélago como um local para ser visitado, mas também como um Estado-nação existente apenas no metaverso, capaz de existir ainda que sua população seja forçada a viver em outro lugar.

Este seria o primeiro caso de um país 100% digital e abriria novas fronteiras e desafios para o Direito Internacional, que jamais previu a existência de um país soberano, com direito a participações em decisões do mundo real, em um ambiente virtual, sem existir no mundo físico. Tuvalu pode ser o primeiro caso deste tipo a acontecer no mundo, se o pior cenário climático realmente acontecer, "mas se o aquecimento global continuar sem controle, não será o último", disse o Kofe.