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Painel da agência federal dos EUA também aprova vacina da Pfizer para crianças

·3 min de leitura

Nos Estados Unidos, as discussões e análises para a liberação de uma vacina contra a covid-19 para crianças, de 5 a 11 anos, seguem em andamento. Até agora, o consenso é favorável e membros do governo norte-americano apostam que a imunização ocorra antes do Natal. Na terça-feira (26), um painel de especialistas da agência Food and Drug Administration (FDA) deu voto favorável para a autorização da vacina da Pfizer/BioNTech para o público pediátrico.

Dos 18 membros votantes do comitê da agência regulatória, 17 especialistas votaram de maneira favorável ao uso da vacina da Pfizer/BioNTech em crianças e um único membro se absteve da votação. Com este sinal positivo, o imunizante deve se tornar a primeira vacina a ser autorizada para crianças nos EUA. Nos próximos dias, a FDA deve divulgar um parecer final.

EUA devem aprovar a primeira vacina contra a covid-19 para crianças (Imagem: Reprodução/Prostock-studio/Envato Elements)
EUA devem aprovar a primeira vacina contra a covid-19 para crianças (Imagem: Reprodução/Prostock-studio/Envato Elements)

Nos dias 2 e 3 de novembro, membros do comitê consultivo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) devem se reunir para discutir os dados apresentados pela Pfizer sobre segurança e eficácia. Além disso, detalhes da possível distribuição do imunizante contra a covid-19 também devem ser planejados.

Inclusive, é o CDC que definirá se todas as crianças norte-americanas deverão ser imunizadas ou apenas as que integram algum grupo de risco, como ter obesidade, asma ou sistema imunológico enfraquecido. A questão da abrangência da vacinação já dividiu os membros da FDA, incluindo votantes que defenderam, neste primeiro momento, que apenas pessoas com alto risco sejam imunizadas.

Dados sobre a vacina da Pfizer em crianças

De acordo com as informações enviadas para análise da FDA, a vacina da Pfizer/BioNTech teve eficácia de 90,7% em crianças de 5 a 11 anos contra formas sintomáticas da covid-19. Além disso, os efeitos adversos mais comuns no público pediátrico foram: fadiga, dor de cabeça (cefaleia), dores musculares e calafrios.

Até o momento, os dados apresentados pelos estudos clínicos não indicaram nenhum caso de miocardite (inflamação do músculo cardíaco) ou de pericardite (inflamação do revestimento externo do coração). Em ensaios clínicos do imunizante com públicos mais velhos, as duas condições foram identificadas como um efeito adverso raro da imunização.

No total, o estudo da Pfizer/BioNTech acompanhou 2.268 crianças que receberam duas doses da vacina ou duas doses do placebo, com três semanas de intervalo. Pensada exclusivamente para o público pediátrico, cada dose aplicada do imunizante continha um terço da quantidade administrada em adolescentes e adultos. Na análise de casos, 16 crianças que estavam no grupo controle (placebo) foram infectadas pelo coronavírus, durante o estudo. Por outro lado, apenas três que receberam a vacina da Pfizer/BioNTech contraíram covid.

Vale lembrar que, tanto nos EUA quanto no Brasil, doses do imunizante já são aplicadas em quem tem mais de 12 anos. Ainda em andamento, outro estudo da farmacêutica analisa a eficácia e a segurança do imunizante em bebês, a partir dos seis meses. Nesse caso, os resultados são esperados para o final do ano.

Fonte: Canaltech

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