Mercado fechado
  • BOVESPA

    116.464,06
    -916,43 (-0,78%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.053,56
    -72,95 (-0,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,81
    +0,20 (+0,38%)
     
  • OURO

    1.848,80
    -2,10 (-0,11%)
     
  • BTC-USD

    32.358,95
    -110,02 (-0,34%)
     
  • CMC Crypto 200

    653,99
    +6,66 (+1,03%)
     
  • S&P500

    3.849,62
    -5,74 (-0,15%)
     
  • DOW JONES

    30.937,04
    -22,96 (-0,07%)
     
  • FTSE

    6.654,01
    +15,16 (+0,23%)
     
  • HANG SENG

    29.391,26
    -767,75 (-2,55%)
     
  • NIKKEI

    28.696,02
    +149,84 (+0,52%)
     
  • NASDAQ

    13.557,75
    +72,25 (+0,54%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5159
    +0,0051 (+0,08%)
     

Pagamento de impostos adiados faz arrecadação do governo crescer 9,5% em outubro

Manoel Ventura
·1 minuto de leitura
Marcelo Camargo / Agência Brasil

BRASÍLIA — A arrecadação de impostos pelo governo federal cresceu 9,5% em outubro, já descontada a inflação, na comparação com o mesmo mês de um ano antes. No mês passado, o governo arrecadou R$ 153,9 bilhões.

O avanço foi impulsionado pelo pagamento de tributos adiados durante a pandemia de Covid-19. Do total arrecadado em outubro, R$ 16,2 bilhões foram pagamentos de impostos adiados nos meses anteriores. Apesar do crescimento geral das receitas, a arrecadação de royalties de petróleo desabou 24,6% no mês passado.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, o governo adiou três meses de impostos das empresas — PIS/Cofins e contribuição patronal para a Previdência —, com o objetivo de aliviar o caixa das companhias, que devem ser pagos até o fim do ano.

Em agosto os contribuintes quitaram pagamentos adiados de abril, tiveram um respiro em setembro e, em outubro, foi a vez dos pagamentos adiados referentes a maio.

O valor arrecadado no mês passado foi o maior para meses de outubro desde 2016. Em outubro de 2019, o governo arrecadou R$ 135,2 bilhões, também já considerada a inflação até agora.

Os números sofrem efeito também do corte a zero do IOF aplicado sobre crédito, medida adotada durante a pandemia para baratear o custo dos empréstimos.

Considerando todos os efeitos, o crescimento percentual da arrecadação em outubro é o maior já registrada neste ano e a terceira variação positiva seguida. O desempenho da arrecadação costuma servir como termômetro para a situação econômica do país.

De janeiro a outubro, o governo registrou uma arrecadação de R$ 1,18 trilhão. O valor representa uma queda real de 9,45% em relação a igual período de um ano atrás e o menor valor obtido em 11 anos.