Mercado abrirá em 3 h 7 min
  • BOVESPA

    128.427,98
    -339,48 (-0,26%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.170,78
    +40,90 (+0,08%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,16
    +0,08 (+0,11%)
     
  • OURO

    1.781,60
    -1,80 (-0,10%)
     
  • BTC-USD

    33.341,23
    -580,51 (-1,71%)
     
  • CMC Crypto 200

    805,97
    -4,23 (-0,52%)
     
  • S&P500

    4.241,84
    -4,60 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    33.874,24
    -71,34 (-0,21%)
     
  • FTSE

    7.094,38
    +20,32 (+0,29%)
     
  • HANG SENG

    28.882,46
    +65,39 (+0,23%)
     
  • NIKKEI

    28.875,23
    +0,34 (+0,00%)
     
  • NASDAQ

    14.349,75
    +86,75 (+0,61%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9329
    +0,0044 (+0,07%)
     

Paes critica ação policial no Jacarezinho e diz que política de segurança pública é 'inexistente e equivocada'

·2 minuto de leitura

O prefeito Eduardo Paes voltou a criticar, nesta sexta-feira, a operação da Polícia Civil do Rio na Favela do Jacarezinho, na Zona Norte da cidade, que deixou 25 pessoas mortas. Para ele, a situação é resultado de uma política de segurança pública "inexistente e equivocada". Paes destacou que "isso submete policiais a risco e permite que o crime se alastre". O prefeito disse que conversará com o governador Cláudio Castro sobre a ação policial:

— A Cidade da Polícia, que reúne toda a inteligência da polícia, fica em frente ao Jacarezinho. Como está dominado pelo poder paralelo? Devíamos ter saído com 25 pessoas presas. Essa é a oportunidade grande de fazer uma ocupação permanente no Jacarezinho. A reação à ação de ontem não pode ser tão radical no sentido inverso, de permitir que o crime lá se alastre. Mas também não podemos dar voz a esses loucos que acham que se pode invadir a casa de um cidadão comum e promover violência. É preciso um ponto de equilíbrio nessa história. O monopólio da força precisa ser do estado. Vou conversar hoje com Cláudio Castro que precisamos restabelecer isso. Ninguém tem que andar com fuzis ou outras armas, como a que vitimou um agente do estado ontem, por lá.

Paes informou que escolas tiveram que ser fechadas no Jacarezinho por causa do confronto que começou no início da manhã e continuou até a tarde.

— Entendam por que a porcaria da escola tem que abrir (desculpem o "porcaria"). Dezoito escolas fecharam ontem no Jacarezinho por causa da operação. Precisamos educar nossas crianças — disse.

O prefeito citou ainda outra região da cidade que tem a rotina ditada pela violência: a Vila Aliança, na Zona Oeste. Ele contou que teve que cancelar uma visita à região no último sábado por questões de segurança:

— Isso é normal? É normal uma decisão da Suprema Corte que impede todas as ações policiais num local? Por outro lado, é normal uma ação que, em contraponto, invade a comunidade e promove violência? Precisamos de um meio-termo.

Para Paes, é preciso que o acesso de policiais às comunidades seja liberado e as ações que foram alvos de denúncias de abusos, investigadas.

— Faço aqui um apelo ao STF (Supremo Tribunal Federal): se há uma intervenção a ser feita, não é tirando o bode da sala. Se há uma irregularidade, precisa ser investigada e punida. Mas que decisão é essa que diz que a polícia não pode entrar no local? Se não pode entrar porque mata, é porque o estado é assassino. Se é assassino, que seja punido — afirmou.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos