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Padre português é condenado a quatro anos e meio de prisão por desviar ofertas e vender arte sacra

·1 minuto de leitura

O português António Teixeira, conhecido como Padre Tó, foi condenando nesta quinta-feira a quatro anos e meio de prisão por desviar o dinheiro de ofertas e vender arte sacra da paróquia de Santo Condestável, em Lisboa, onde foi pároco.

Segundo o Tribunal Criminal de Lisboa, o sacerdote foi condenado pelo crime de condenando abuso de confiança agravado, por ter se apropriou de 110 mil euros do dinheiro das esmolas dos fiéis, e por furto qualificado após ganhar 131 mil euros com as peças de arte.

Conforme publicado pelo jornal "Correio da Manhã", a sentença obriga ainda o padre a depositar todos os meses 750 euros de indenização à ordem da paróquia de Santo Condestável, até completar a quantia roubada. Terá também de indenizar os antiquários que compraram a arte sacra vendida sem autorização.

Teixeira também era acusado de roubar dinheiro da paróquia de Carcavelos, mas foi absolvido porque não foi possível reunir provas suficientes para a condenação.

O padre foi acusado em 2020. A denúncia do Ministério Público apontava que o padre havia usado o dinheiro na compra de pelo menos 19 carros ao longo de alguns anos. Entre esses itens vendidos estavam um cálice cerimonial adornado com safiras, rubis e esmeraldas, mobiliário eclesiástico, objetos em prata ou marfim, como crucifixos, além de várias imagens do século XVII. Para serem comercializados, alguns precisam até mesmo da autorização do Vaticano, o que não ocorreu neste caso.