Mercado fechado
  • BOVESPA

    112.690,17
    +1.506,22 (+1,35%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.004,19
    -373,28 (-0,80%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,11
    +0,28 (+0,44%)
     
  • OURO

    1.689,90
    -10,80 (-0,64%)
     
  • BTC-USD

    46.783,46
    -3.909,93 (-7,71%)
     
  • CMC Crypto 200

    935,47
    -51,74 (-5,24%)
     
  • S&P500

    3.768,47
    -51,25 (-1,34%)
     
  • DOW JONES

    30.924,14
    -345,95 (-1,11%)
     
  • FTSE

    6.650,88
    -24,59 (-0,37%)
     
  • HANG SENG

    28.550,60
    -686,19 (-2,35%)
     
  • NIKKEI

    28.372,45
    -557,66 (-1,93%)
     
  • NASDAQ

    12.355,25
    -99,75 (-0,80%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7821
    -0,0038 (-0,06%)
     

Padre Julio Lancellotti derruba pedras “anti-moradores de rua” em SP

Anita Efraim
·1 minuto de leitura
Padre Julio Lancellotti postou foto nas redes sociais derrubando pedras com uma marreta (Foto: Reprodução/Twitter)
Padre Julio Lancellotti postou foto nas redes sociais derrubando pedras com uma marreta (Foto: Reprodução/Twitter)

O padre Julio Lancellotti, da pastoral do povo de rua, foi ao viaduto Dom Luciano Mendes de Almeida, na Zona Leste de São Paulo, derrubar as pedras colocadas pela prefeitura. A obra tem como objetivo impedir que moradores de rua dormissem no local.

Nas redes sociais, o padre publicou uma foto na avenida Salim Farah Maluf com uma marreta na mão, com a qual derruba as pedras instaladas no local. “Derrubando as pedras embaixo do viaduto a marretadas”, escreveu nas redes sociais.

Leia também:

Nos comentários, a ação do pároco foi elogiada e alguns chegaram a se oferecer para ajudar o padre Julio Lancellotti a derrubar as pedras.

A instalação das pedras foi feita no dia 28 de janeiro e gerou críticas de parte dos paulistanos. Após a repercussão negativa, a prefeitura de São Paulo afirmou em nota que “desconhece a ação citada” e que vai abrir uma sindicância para apurar o ocorrido.

A prefeitura ainda afirmou que se trata de uma “decisão isolada”, que não faz parte da política de zeladoria da gestão municipal, “tanto é que foi imediatamente determinada a remoção”. Um funcionário já foi exonerado do cargo após a instalação das pedras.