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Pacientes com quadro grave de Covid-19 no DF respiram por "gambiarra de oxigênio"

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Unidades de Saúde no DF denunciam falta de insumos para pacientes graves com Covid-19: Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução G1
Unidades de Saúde no DF denunciam falta de insumos para pacientes graves com Covid-19: Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução G1

Pacientes com quadros graves de Covid-19 estão dependendo de uma improvisação em equipamentos para respirar na rede pública do Distrito Federal. De acordo com relatos de profissionais da saúde ao portal G1, as "gambiarras de oxigênio" mostram o tamanho do desafio enfrentado pelos que estão na linha de frente contra a doença no país. 

Ao veículo, a Secretaria de Saúde (SES-DF) admitiu que a demanda de pacientes é muito elevada para os pontos fixos de oxigênio e, portanto, tem sido necessária a "utilização de cilindros de oxigênio portáteis" para dar conta do alto volume de internações. 

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Os profissionais, porém, queixam-se de que até a "gambiarra" está em falta. Ao G1, eles relataram que a quantidade de cilindros móveis também é insuficiente. 

Um enfermeiro que atua no Hospital Regional de Planaltina descreveu um momento de extrema tensão durante um plantão no último sábado (14). 

"Chegou um momento em que estávamos em duas paradas cardíacas ao mesmo tempo, o único cilindro de oxigênio do Samu [Serviço Móvel de Urgência] acabou, e o paciente precisando ser ventilado sem oxigênio", disse ao G1 o profissional, que não quis se identificar. 

Para tentar contornar o quadro de insumos insuficientes, os profissionais se desdobram com criatividade. Uma imagem mostra um ponto de oxigênio que chega a uma ala pela janela da instituição de saúde. Há também denúncias do mesmo cenário no Hospital Regional de Taguatinga. 

No DF, mais de 200 pessoas aguardam por leitos em hospitais. O quadro é semelhante em diversos estados do país, que vive a pior fase da pandemia do novo coronavírus, que já matou mais de 278 mil brasileiros até essa segunda-feira (15). 

Segundo o G1, a secretaria de saúde alega que "a quantidade de oxigênio contratado é suficiente", porém admite que foi solicitado um aditivo contratual para disponibilizar mais insumos.