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Pacientes acordados usam óculos de RV enquanto médicos operam seus cérebros

·1 minuto de leitura

Procedimentos cirúrgicos realizados no cérebro estão entre os mais delicados na medicina. Um deslize pode comprometer para sempre alguma habilidade fundamental do paciente, como movimentação, fala, ou até mesmo capacidades sociais. Agora, uma equipe de médicos franceses começou a usar um novo método para reduzir riscos de danos “invisíveis”: realidade virtual.

Durante uma cirurgia, o time de Philippe Menei, do Centro de Pesquisa em Cancerologia e Imunologia de Nantes, mantém o paciente acordado, ainda que anestesiado, para acompanhar suas reações. Com um eletrodo, eles conseguem paralisar partes específicas do cérebro por alguns segundos e observar se habilidades como a fala são impactadas.

Realidade virtual virou arma a favor da medicina (Imagem: Divulgação/Oculus)
Realidade virtual virou arma a favor da medicina (Imagem: Divulgação/Oculus)

O problema é que analisar essas reações visíveis é uma tarefa simples. Se um paciente não consegue falar ou se movimentar direito, é um sinal claro de que aquela área do cérebro merece mais cuidado, por exemplo. Para a cognição social e capacidades como reconhecer comunicação não-verbal, o problema pode se manifestar apenas muito depois da cirurgia. É aí que entra a realidade virtual.

Com a tecnologia, os médicos podem apresentar ao paciente ainda na mesa de cirurgia situações sociais para testar se não há impacto na capacidade de interpretar linguagem não-verbal. No cenário 3D, o paciente interage com avatares e, a partir dessa interação, é possível medir possíveis alterações indesejadas.

Como explica Menei, existem vários cenários interessantes de uso para essa aplicação. Um músico, por exemplo, pode ser colocado em uma orquestra virtual para que os cirurgiões consigam preservar sua capacidade de tocar instrumentos.

Fonte: Canaltech

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