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Paciente converte pensamentos em texto após ter chip implantado no cérebro

Cirurgia para implementação do chip não é invasiva  (Getty Images)
Cirurgia para implementação do chip não é invasiva

(Getty Images)

  • Empresa implanta chip cerebral em seres humanos;

  • Dispositivo converte pensamentos em texto e permite que a pessoa navegue na web;

  • Última cirurgia foi feita nos EUA, com um paciente que perdeu a capacidade de falar e de se mover.

Enquanto o bilionário Elon Musk e sua empresa Neuralink fazem testes com chips cerebrais em macacos, a startup Synchron deu um passo a mais e inseriu um dispositivo em seres humanos. Chamado ‘Stentrode’, o chip converte pensamentos em texto e permite que o paciente navegue na internet e realize tarefas cotidianas, como acessar sites de bancos e fazer compras online apenas com a força da mente.

Depois de realizar testes com quatro australianos, a empresa foi para os Estados Unidos, onde implantou, na última terça-feira (19), o dispositivo de 1,5 polegada no cérebro de um paciente com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele perdeu a capacidade de falar e se mover devido à doença.

A cirurgia foi realizada no hospital Mount Sinai West, em Nova York, e teve a aprovação da Food and Drug Administration, agência federal do departamento de saúde do país. O procedimento não é invasivo, já que não necessita cortar o crânio. Em vez disso, o Stentrode é alocado por meio de uma incisão no pescoço e, com a ajuda de um cateter, empurrado até um vaso sanguíneo próximo ao córtex motor.

Depois, uma segunda intervenção liga o chip a um dispositivo de computação localizado no tórax do paciente, implantado como se fosse um marcapasso. Enquanto o Stentrode lê as ondas cerebrais do norte-americano, o outro aparelho no tórax atua como receptor, computando as informações e amplificando-as para um computador via Bluetooth.

Ainda em desenvolvimento, a tecnologia não é capaz de traduzir frases completas, mas é suficiente para detectar o que a pessoa está pensando. Os próximos passos devem determinar o quanto de independência os chips podem devolver aos pacientes, tornando-os capazes de se comunicar sem realizar movimentos.

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