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S&P 500 não para de subir

·2 min de leitura

Na última sexta o S&P 500 subiu mais 0,37%, sendo que em 2021, o índice já acumula alta de 26,94%.

Com tal valorização, fica difícil não ver o S&P 500 como uma alternativa interessante de investimento.

Mercado aquecido

Com um mercado voltando para o nível pré-pandemia, o comércio e a indústria vem exigindo mais e mais matéria prima e produtos.

Desse modo, toda a cadeia produtiva precisa entregar a demanda que o mercado vem exigindo, porém, as coisas não vêm acontecendo dessa forma.

Com as produções não alcançando a demanda exigida, os preços vêm subindo. Inclusive, matérias primas, como o petróleo e o ferro, registraram forte valorização em 2021.

Apesar da queda recente do minério de ferro, o mesmo vem alcançando valorização quando comparado o preço atual contra o valor pré-pandemia. Antes da pandemia, em dezembro de 2019, o minério de ferro era negociado a 95 dólares a tonelada, enquanto hoje o valor está na casa dos 124 dólares, ou 30% de alta.

Já o barril do petróleo Brent, em meados de dezembro de 2019 era negociado a 60 dólares, hoje o mesmo tem um preço próximo dos 82 dólares, alta de 36%.

Outro item que vem encarecendo é o carvão. Países como a China, que dependem muito do carvão para manter o sistema energético ativo, estão enfrentando a valorização da matéria prima.

Se em meados de dezembro de 2019, a tonelada do carvão estava sendo negociada próxima dos 70 dólares, hoje a mesma tonelada é vendida por pouco mais de 150 dólares, alta de mais de 114%.

Considerando todo esse encarecimento da cadeia produtiva e das matérias primas, os produtos vêm sofrendo valorização e os custos vêm aumentando.

Tudo isso, vai trazer impactos para a inflação e economia de modo geral. Talvez, o crescimento que está sendo visto agora, vai influenciar a inflação amanhã.

Mais inflação no mundo?

Sim, o planeta vai enfrentar um aumento na inflação em todas as áreas. O Brasil já vem enfrentando problemas maiores, uma vez que há mais fatores influenciando o aumento dos preços.

Mas, no mundo, esse aumento de preços também vai acontecer. Como os bancos centrais dos países já estão atentos, é provável que o juro comece a subir nos próximos meses.

Os Estados Unidos já possuem uma previsão de alta do juro a partir de 2022. Outros países vão se manifestar no futuro próximo, sendo que o Brasil já vem combatendo a alta do preço.

Para aqueles que estão preocupados com a alta dos preços, o USD/BRL pode ser uma alternativa interessante, além da própria renda fixa com liquidez diária e atrelada ao CDI/Selic.

This article was originally posted on FX Empire

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