Mercado abrirá em 1 h 17 min
  • BOVESPA

    106.419,53
    -2.295,02 (-2,11%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.206,59
    +372,79 (+0,72%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,67
    -0,98 (-1,16%)
     
  • OURO

    1.787,90
    -5,50 (-0,31%)
     
  • BTC-USD

    58.862,03
    -3.972,84 (-6,32%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.412,91
    -92,24 (-6,13%)
     
  • S&P500

    4.574,79
    +8,31 (+0,18%)
     
  • DOW JONES

    35.756,88
    +15,73 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.264,16
    -13,46 (-0,18%)
     
  • HANG SENG

    25.628,74
    -409,53 (-1,57%)
     
  • NIKKEI

    29.098,24
    -7,77 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    15.532,75
    -12,25 (-0,08%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4512
    -0,0029 (-0,04%)
     

Pátria Investimentos cria plataforma de cibersegurança na América Latina

·2 minuto de leitura

O Pátria Investimentos, empresa gestora de ativos alternativos na América Latina, informou nesta terça-feira que adquiriu as companhias de cibersegurança Neosecure e Proteus, formando a maior plataforma especializada em soluções de segurança da informação da América Latina.

De acordo com o Pátria, a partir dessas aquisições, a empresa pretende criar a maior plataforma de segurança de informação da América Latina. Ainda de acordo com a companhia, a região costuma mover anualmente US$ 7,2 bilhões (R$ 39,5 bilhões, na cotação atual) no setor de cibersegurança.

O Pátria não revelou quanto pagou pelas duas companhias, mas divulgou que pretende investir no setor de cibersegurança cerca de US$ 250 milhões (R$ 1,37 bilhão), já contando com o valor usado na compra da Neosecure e da Proteus. A empresa gestora tem posse de aproximadamente US$ 15,8 bilhões (R$ 86,7 bilhões) em ativos, nos setores de crédito, imóveis e infraestrutura.

A nova plataforma de cibersegurança terá operações, inicialmente, no Brasil, Chile, Argentina, Peru e Colômbia, com uma estimativa de R$ 500 mil de receita anual.

Proteção de dados

<em>Brasil é o quinto pais que mais sofre ataques virtuais. (Imagem: Reprodução/The Shield Journal)</em>
Brasil é o quinto pais que mais sofre ataques virtuais. (Imagem: Reprodução/The Shield Journal)

O Pátria, em comunicado sobre as compras, explica que as duas empresas adquiridas já operam há mais de 20 anos no setor e contam com um portfolio de inovações e soluções para a prevenção dos mais diversos crimes virtuais, principalmente no contexto da América Latina, e especialmente do Brasil, que hoje é a quinta nação que mais sofre com crimes virtuais, segundo pesquisa da Roland Berger.

“Nosso objetivo é acelerar a consolidação desse mercado por meio de aquisições de empresas estratégicas e, em breve, levantar mais capital via oferta pública inicial (IPO) para acelerar o crescimento e perpetuar a empresa”, disse Marcelo Romcy, cofundador da Proteus e sócio da nova plataforma.

Oferta pública inicial é o nome técnico da “abertura de capital”, realizada pelas empresas quando seus donos abrem mão de parte dos direitos sociais sobre o negócio e os disponibilizam para o mercado por meio de ações em bolsas de valores. O Pátria, em janeiro, já havia feito sua IPO na Bolsa de Valores Nasdaq, onde US$ 588 millhões (R$ 3,2 bilhões, na conversão atual) em ações foram negociados.

Segundo cálculos feitos e divulgados pelo Pátria, aproximadamente 4 bilhões de eventos, reportados por cerca de 600 clientes, como bancos e governos, serão analisados diariamente pela plataforma.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos