Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.113,93
    +413,26 (+0,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.726,98
    +212,88 (+0,44%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,07
    -0,39 (-0,61%)
     
  • OURO

    1.777,30
    +10,50 (+0,59%)
     
  • BTC-USD

    61.730,75
    -1.684,88 (-2,66%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.398,97
    +7,26 (+0,52%)
     
  • S&P500

    4.185,47
    +15,05 (+0,36%)
     
  • DOW JONES

    34.200,67
    +164,68 (+0,48%)
     
  • FTSE

    7.019,53
    +36,03 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    28.969,71
    +176,57 (+0,61%)
     
  • NIKKEI

    29.683,37
    +40,68 (+0,14%)
     
  • NASDAQ

    14.024,00
    +10,00 (+0,07%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6872
    -0,0339 (-0,50%)
     

Oxford Economics: Novo auxílio elevará PIB do Brasil para 3,8%

Aline Oyamada
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A segunda rodada de auxílio emergencial impulsionará o crescimento do PIB do Brasil em 0,2 ponto percentual, para 3,8% neste ano, escreve Marcos Casarin, economista-chefe para a América Latina da Oxford Economics, em nota.

A empresa estima que as famílias gastarão metade dos R$ 44 bilhões em estímulos durante 2021, e o restante será economizado ou usado para dívidaIsso aumentará o consumo em 0,4% no primeiro trimestre e 0,8% no segundo trimestreA segunda rodada de auxílio terá um impacto fiscal que provavelmente aumentará os rendimentos dos títulos de 10 anos do Brasil em 25 pontos-base, mantendo-os acima de 9%Economista aumentou a previsão de rendimento dos títulos em um total de 75 pontos-base para levar em conta deterioração fiscal adicional, aumento nos rendimentos dos EUA, risco institucional após mudanças na liderança da Petrobras, ruído político sobre potencial volta de Lula e inflação mais altaOxford Economics antecipou previsão de aumento da Selic de maio para março“Embora pensemos que mais apoio fiscal ajudará a economia a se recuperar mais rapidamente, não estamos convencidos sobre sua compensação em termos de yields mais elevados e um aperto da política monetária”, escreveu Casarin“O Brasil estava experimentando a recuperação mais rápida da América Latina e ainda contava com uma substancial poupança acumulada, então nenhuma evidência, além de um declínio na popularidade do presidente, sugeria que mais ajuda era realmente essencial”“Relaxar a regra fiscal novamente para um pequeno ganho do PIB no curto prazo ao custo de custos de empréstimos mais elevados no longo prazo não parece uma troca justa para nós”NOTA: Câmara aprova texto-base da PEC emergencial em 1º turno

For more articles like this, please visit us at bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.