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Ouro de 24K será extraído de lixão de celulares e usado em moedas

·1 min de leitura
Moedas de ouro
A ideia é recuperar cerca de 99% de todo o ouro dos circuitos dos aparelhos

(Getty Images)

  • Casa da Moeda britânica anunciou acordo com a Royal Mint e a Excir

  • Meta é recuperar o ouro nos circuitos de celulares antigos

  • Estima-se que a riqueza encoberta pelos lixões seja de R$ 348 bilhões

O ouro presente em celulares descartados em lixões eletrônicos ganhará um destino no mínimo interessante: o dinheiro da Inglaterra. É o que indica o acordo anunciado nesta quarta-feira (20) pela Casa da Moeda britânica, assinado em parceria com a Royal Mint e a startup Excir.

A ideia é recuperar cerca de 99% de todo o ouro dos circuitos dos aparelhos. Estima-se que o lixão encubra uma riqueza de, aproximadamente, R$ 348 bilhões (US$ 62,5 bilhões), segundo o relatório de 2019 do Fórum Econômico Mundial.

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Para realizar essa proeza, a Excir utilizará técnicas químicas de última geração e promete extrair o metal com pureza de 24 quilates. Futuramente, a meta é recuperar outros metais raros, como cobre, paládio e prata.

A novidade traz um impacto ambiental bastante positivo, já que recupera os metais e os dá um novo destino. Além disso, aponta um caminho para resolver a montanha de lixo eletrônico acumulado no mundo, estima em cerca de 57 milhões de toneladas.

A tecnologia empregada pela Royal Mint e Excir é inédita para o processo. Até então, para recuperar o ouro dos circuitos eletrônicos era necessário investir altas quantias, já que o processo envolvia o envio do metal para outros países, onde seria processado em temperaturas altíssimas. Com a nova abordagem, nenhuma das duas medidas será necessária. As informações foram divulgadas pelo TecMundo.

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