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Os 10 vulcões mais incríveis do Sistema Solar

·6 minuto de leitura

Aqui na Terra, existem muitos exemplos de poderosos vulcões das mais variadas formas e tamanhos, mas essa formação geológica não é uma exclusividade deste “pálido ponto azul”. Outros mundos do Sistema Solar também têm vulcões — e nesta matéria você conhece alguns dos vulcões mais incríveis da Terra e de outros planetas e luas.

A maior parte das características vulcânicas encontradas em outros mundos foram formadas em um passado bem distante, quando nosso sistema planetário ainda era jovem. Portanto, existem muitos vulcões já inativos espalhados por aí, mas alguns deles seguem a todo vapor.

Mauna Loa na Terra

(Imagem: Reprodução/USGS)
(Imagem: Reprodução/USGS)

O Mauna Loa está localizado no Havaí é o maior vulcão da região, alcançando cerca de 4.169 metros de altitude e aproximadamente 90 km de extensão. Além de ser considerado um dos mais ativos do mundo, ele é o maior vulcão de escudo da Terra, o que significa que foi formado quase inteiramente por fluxos de lava ao longo de sua história.

Desde a primeira erupção bem documentada em 1843, o Mauna Loa já entrou em atividade 33 vezes e os cientistas acreditam que ele esteja ativo há, pelo menos, 700 mil anos — ao que tudo indica, ele teria emergido do fundo mar há 400 mil anos.

A erupção mais recente ocorreu entre março e abril de 1984, mas as de 1926 e 1959 foram as que provocaram mais morte e destruição em diversas aldeias próximas. Atualmente, a cidade de Hilo tem parte de sua área construída sobre as correntes de lava do século XIX. O Mauna Loa entrará em erupção novamente e, por conta da sua capacidade em produzir grandes fluxos, ele é constantemente monitorado.

Tvashtar Catena na lua Io

(Imagem: Reprodução/NASA)
(Imagem: Reprodução/NASA)

Io é uma das quatro maiores luas de Júpiter, descoberta por Galilieu Galilei em janeiro de 1610. Embora seja um pouco menor do que a nossa Lua, Io é o corpo celeste com a maior atividade vulcânica de todo o Sistema Solar. Tão distante do Sol, o pequeno satélite natural mantém seu interior aquecido graças à enorme gravidade do gigante gasoso, além das forças de marés das outras luas próximas.

Existem centenas de aberturas vulcânicas visíveis em Io, entre elas Tvashtar Catena, uma grande cadeia de bacias vulcânicas. A pluma ejetada por estes vulcões, atinge cerca de 385 km de altitude — boa parte cai de volta na lua. Os gases são lançados a velocidades de 1.500 a 3.200 km/h.

Monte Olimpo em Marte

(Imagem: Reprodução/Domínio Público)
(Imagem: Reprodução/Domínio Público)

Marte é responsável por abrigar o vulcão mais alto de todo o Sistema Solar — o Monte Olimpo. Sua altura é estimada em 21,9 km acima do nível médio da superfície marciana — três vezes mais alto do que o monte mais alto da Terra, o Everest —, com uma base (ou caldeirão) com dimensões de 85 km por 60 km.

O Monte Olimpo foi descoberto em 1971 pela sonda Mariner 9, da NASA. De acordo com algumas pesquisas, o vulcão entrou em erupção pela última vez há pelo menos 2 milhões de anos, mas não sem antes permanecer em atividade por dois bilhões de anos seguidos, contribuindo para a formação da superfície marciana.

Maat Mons em Vênus

(Imagem: Reprodução/Domínio Público)
(Imagem: Reprodução/Domínio Público)

O Matt Moons é o mais alto vulcão de Vênus, descoberto em 1991 pela sonda Megallan, da NASA. Ele se eleva a cerca de 8 km acima do nível médio da superfície venusiana e possui uma caldeira em seu cume, com 28 x 31 km de extensão. Embora seja considera ativo, nenhuma erupção ainda foi observada desde sua descoberta.

As pesquisas mais recentes sugerem que a distribuição dos fluxos de lava, bem como as crateras e a morfologia do cume, foram modificadas provavelmente por conta de atividade vulcânica recente em Maat Mons. As próximas missões enviadas a Vênus fornecerão mais dados sobre a dinâmica do planeta.

Tharsis Montes em Marte

(Imagem: Reprodução/Domínio Público)
(Imagem: Reprodução/Domínio Público)

O Tharsis Montes, localizado em Marte, é composto por três vulcões adormecidos, chamados Arsia, Pavonis e Ascraeus, sendo a maior região vulcânica do planeta, com cerca de 4.000 km. Essa cadeia tem quase a mesma elevação do Monte Olimpo.

A caldeira do Arsia é a maior encontrada em todo o Planeta Vermelho, com diâmetro estimado em 120 km. A região também chama a atenção por conta dos tamanhos dos vulcões encontrados lá em comparação com os da Terra — os vulcões da região marciana Tharsis são até 100 vezes maiores.

Ahuna Mons no planeta anão Ceres

(Imagem: Reprodução/NASA)
(Imagem: Reprodução/NASA)

O vulcão Ahuna Mons está localizado no planeta anão Ceres, localizado no cinturão de asteroides e que foi estudado pela missão Dawn, da NASA, cuja sonda o visitou entre 2015 e 2018. Ele se eleva a 4 km da superfície e suas características acusam que ele se formou recentemente.

O Ahuna Mons teria se formado a partir de uma bolha de lama, água salgada e rocha que se ergueu do interior do pequeno planeta. A bolha, então, teria se rompido em algum ponto frágil da superfície de Ceres. O material expelido se se esfria e compõe a estrutura.

Loki Patera na lua Io

(Imagem: Reprodução/NASA/JPL)
(Imagem: Reprodução/NASA/JPL)

De volta ao corpo celeste com a maior atividade vulcânica do Sistema Solar, Io, Loki Patera é um lago de lava antigo na superfície da pequena lua de Júpiter. Ele foi observado pela primeira vez em 1979 pela Voyager 1.

O Loki Patera tem aproximadamente 200 km de largura e entra em erupção a cada 540 dias terrestres. A mais recente aconteceu em maio de 2018 — o que significa que uma nova se aproxima. O calor emitido por esta região é tanto que pode ser observado a partir de telescópios da Terra.

Vulcões gelados da lua Tritão

(Imagem: Reprodução/NASA)
(Imagem: Reprodução/NASA)

Tritão é uma lua congelada do planeta Netuno e possui criovulcões — vulcões que, em vez de lava, expelem substâncias voláteis, como água, amônia ou metano. As primeiras evidências de uma atividade assim, foram observadas pela sonda Voyager 2, em 1989.

Na verdade, a Voyager 2 observou um punhado de erupções bem semelhantes a gêiseres expelindo gás nitrogênio e poeira da do subsolo de Tritão, a 8 km de altitude. As atividades melhor observadas são conhecidas como Hili e Mahilani. Cada erupção pode durar até um ano, lançando 100 milhões de metros cúbicos de gelo de nitrogênio.

Criovulcão na lua Encélado

(Imagem: Reprodução/NASA/JPL/Space Science Institute)
(Imagem: Reprodução/NASA/JPL/Space Science Institute)

Assim como Tritão, Encélado, o sexto maior satélite natural de Saturno, possui criovulcões em seu polo sul. Seus jatos de vapor de água, gelo e moléculas orgânicas foram observados pela primeira vez em 2005 e reforçados com a missão Cassini, fazendo de Encélado um dos objetos de maior destaque quando o assunto é a busca por formas de vida em outros mundos.

Parte dessa material expelido pelos criovulcões de Encélado retorna em forma de neve sobre a lua. A outra parte é responsável por formar o anel E, de Saturno, com partículas de gelo. O pequeno satélite natural possui um oceano global e seu núcleo parece ser ativo, graças à interação gravitacional com Saturno, que alimenta os gêiseres.

Doom Mons na lua Titã

Mapa 3D produzido com dados da sonda Cassini (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)
Mapa 3D produzido com dados da sonda Cassini (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

Localizado na lua Titã, de Saturno, Doom Mons é uma cadeia de montanhas com sobre as quais os cientistas acreditam haver criovulcões. Ele foi descoberto em 2005, tendo 1.450 metros de altura quase 72 km de largura.

Doom Mons é considerado um criovulcão putativo — as características geológicas observadas na região indicam uma possível existência de atividade criovulcânica, mas, até agora, nenhuma evidência foi encontrada.

Fonte: Canaltech

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