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Os 10 piores filmes de 2022

Nem só de grandes filmes se faz um bom ano. Não que 2022 tenha sido bom, mas tivemos ótimos títulos chegando aos cinemas e mostrando que a Sétima Arte ainda tem muito a oferecer. Só que, ao mesmo tempo em que sucessos como Top Gun: Maverick e Batman empolgaram, também tivemos muita coisa ruim pelo caminho.

É a velha dinâmica de trigo e joio, mas que chama a atenção desta vez por contar com algumas promessas que foram apenas grandes tragédias. E nem falo aqui de Adão Negro, que por muito pouco não entrou nessa lista, mas de outras produções que foram bem decepcionantes e provam mais uma vez que nem sempre é uma boa confiar no marketing.

E essa é a grande tônica dos filmes que elencamos como os piores de 2022. É claro que certamente há coisas muito piores por aí — sempre tem —, mas são longas menores, experimentais ou mesmo independentes de que quase ninguém ouviu falar. Assim, elencamos apenas aquelas frustrações em que a gente esperava o mínimo e, mesmo assim, não nos entregaram nada.

10. Skinimarink

Ok, o filme canadense não deveria estar nessa lista seguindo o critério tamanho de produção, mas há uma boa justificativa para o terror experimental feito por um novato estar aqui: Skinamarink furou a bolha desse tipo de produção e se tornou um viral nas redes sociais, chamando a atenção de muita gente, sobretudo dos fãs de terror.

O problema é que o barulho em torno do filme não tem razão de ser, já que ele não consegue ser nem interessante e muito menos assustador. Na verdade, mal consegue ser um filme.

A premissa intriga: o longa acompanha duas crianças que acordam no meio da madrugada e percebem que a casa não tem mais portas ou janelas e tentam encontrar uma forma de encontrar seus pais. É uma alegoria interessante para esse terror noturno com ar de pesadelo que todos temos quando crianças. O problema é que isso é feito de uma forma tão experimental que se torna quase abstrata e completamente entediante.

9. Blonde

Poucos filmes prometeram tanto e não entregaram nada quanto Blonde. Quer dizer, entregou uma mensagem completamente errada e que vai contra aquilo que o próprio longa queria dizer. Em resumo, uma tragédia de proporções hollywoodianas.

A superprodução da Netflix pretendia mostrar os horrores que Marilyn Monroe viveu nos bastidores do glamour das capas de revista e dos filmes que gravava, sendo alvo de constantes assédios e abusos a ponto de isso deixar marcas irreversíveis em uma das maiores estrelas de todos os tempos.

Só que o filme erra a mão nessa abordagem e acaba cometendo os mesmos erros que pretendia criticar, explorando a imagem do corpo da atriz Ana de Armas de forma gratuita. Não é uma boa adaptação e tampouco uma boa produção. É apenas de mau gosto.

8. Escolha ou Morra

A proposta de Escolha ou Morra é interessante. A ideia é ser uma mistura de Jumanji com Jogos Mortais, em que um antigo game de computador começa a criar situações reais para torturar o jogador. É a subversão de alguns clássicos para apresentar um terror para novas gerações.

O problema é que ele não funciona tão bem assim. Na prática, ele é tão mal desenvolvido que o roteiro se torna bobo. Tudo em torno dessa premissa é vazio e sem peso, o que tira a imersão e o impacto que o grotesco poderia causar. Sem uma história para contar, ele é só uma sequência de cenas que passam longe de dar medo.

7. O Samaritano

Depois de ver sua carreira ressurgir com Rocky Balboa, parece que Sylvester Stallone voltou a cair na armadilha que o afundou ao longo dos anos 1990: filmes de ação com roteiros duvidosos, repletos de situações clichês e interpretações medianas. Pois o novo O Samaritano é tudo isso.

O exclusivo do Prime Video tentou pegar carona tanto no carisma de Stallone quanto no bom momento dos super-heróis. O problema é que o personagem é tão desconhecido que mal pode ser encarado como uma adaptação e o seu protagonista está no mesmo modo genérico de quando fazia filme que ia direto para a locadora.

6. A Escola do Bem e do Mal

Todo ano surge uma tentativa de emplacar uma franquia juvenil baseada em algum livro com aquela pegada Harry Potter: protagonistas comuns entrando em uma escola mágica, descobrindo uma origem fantástica e tendo que usar seus novos poderes para salvar o mundo.

Você já viu essa proposta dezenas de vezes e, mesmo assim, a Netflix achou que seria uma boa ideia repetir a fórmula com A Escola do Bem e do Mal. Pior: atrizes como Cate Blanchett, Charlize Theron e Michelle Yeoh toparam embarcar nessa furada.

O longa é tão genérico quanto a sua premissa e não empolgou nem como diversão teen e muito menos como o início de uma franquia.

5. De Férias da Família

Já faz um tempo que Mark Wahlberg tenta se apresentar como um ator de comédia. No entanto, De Férias da Família é um daqueles filmes que com certeza vão ficar de fora do seu currículo, visto que ele não consegue entregar o básico de um filme assim: ser engraçado.

Parte disso está no fato de que ele é genérico ao extremo. Quantas vezes já vimos a história de um pai de família que finalmente tem um dia de folga de esposa e filhos e, a partir disso, entra em muitas confusões? É o tipo de premissa de Sessão da Tarde que não empolga, não entretém e que só recicla piadas que nem são mais tão engraçadas assim.

4. Agente das Sombras

Se ainda existissem locadoras hoje, com certeza existiria uma prateleira inteira dedicada ao subgênero “filmes do Liam Neeson”, que nada mais são do que filmes de ação genéricos em que o veterano ator vive um ex-agente aposentado com um conjunto muito específico de habilidade que se vê obrigado a voltar à tona para matar bandidos e ameaçá-los de forma sussurrada.

Foi uma fórmula que deu muito certo no excelente Busca Implacável, mas que foi rapidamente transformada em uma fórmula. Assim, há uma produção em série de longas que são todos iguais e que é impossível distinguir qual é qual. E é nesse balaio que Agente das Sombras se encaixa.

3. Morbius

Morbius não é uma decepção porque todo mundo sabia que esse filme ia ser uma tragédia. A ideia de trazer um longa para um vilão desconhecido do Homem-Aranha era algo que todos apontavam como uma péssima ideia e, para a surpresa de ninguém, se confirmou sendo terrível.

E o personagem em si não é o problema. O que faz de Morbius uma das grandes piadas de 2022 é que o seu roteiro é todo desconjuntado, a trama não faz sentido e nem mesmo os atores estão levando aquilo a sério. Enquanto Jared Leto tenta dar o mínimo de seriedade para seu personagem, Matt Smith deixa claro que aquilo ali é feito para tirar sarro.

2. Exorcismo Sagrado

O cinema serve não apenas para entreter, mas também para apresentar críticas e usar a arte para nos fazer refletir sobre o mundo à nossa volta. O problema é que Exorcismo Sagrado tenta fazer isso sem ter ideia de como e apresenta um terror que não assusta e tampouco incomoda quem pretende.

A proposta de mostrar a corrupção da igreja e como os demônios já estão agindo dentro da própria religião não é nova, mas ainda é uma temática que rende discussão. Só que o longa faz isso de forma tão infantil que ele fica bobo. E não há nada pior para um filme de terror do que causar risos.

1. 365 Dias Finais

A gente gosta de falar que a Netflix tem muitos sucessos, mas a verdade é que o streaming também é uma máquina de produzir conteúdo ruim. Mas poucas coisas se destacam tanto em meio a essas tranqueiras quanto a franquia 365 Dias, uma série de filmes que pretendia preencher a lacuna de romances safados deixados por Cinquenta Tons de Cinza.

Em 2022, vimos a conclusão dessa história com 365 Dias Finais, que se vende como a coisa mais erótica que você vai ver antes do XVideos, mas é apenas uma transa sem graça e que você não vê a hora que acabe.

E não só pelas polêmicas em torno da produção, que foi acusada de romantizar sequestro e estupro, mas porque ela é ruim mesmo. A trama é desinteressante, os personagens irrelevantes e tudo existe apenas para justificar as cenas de sexo, que são tão excitantes quanto preencher uma planilha do Excel.

Fonte: Canaltech

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