Mercado abrirá em 5 h 35 min
  • BOVESPA

    113.430,54
    +1.157,53 (+1,03%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.564,27
    +42,84 (+0,08%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,06
    +0,19 (+0,24%)
     
  • OURO

    1.942,20
    -3,10 (-0,16%)
     
  • BTC-USD

    23.090,65
    +272,91 (+1,20%)
     
  • CMC Crypto 200

    524,33
    +5,54 (+1,07%)
     
  • S&P500

    4.076,60
    +58,83 (+1,46%)
     
  • DOW JONES

    34.086,04
    +368,95 (+1,09%)
     
  • FTSE

    7.771,70
    -13,17 (-0,17%)
     
  • HANG SENG

    22.003,40
    +161,07 (+0,74%)
     
  • NIKKEI

    27.346,88
    +19,77 (+0,07%)
     
  • NASDAQ

    12.104,00
    -48,00 (-0,39%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5213
    +0,0057 (+0,10%)
     

Os 10 melhores jogos de terror para PlayStation 4

A evolução da tecnologia trouxe consigo novas formas de terror. Se há 25 anos o gênero se fazia de trilha sonora, ambientação e sustos, as possibilidades narrativas e a jogabilidade mais fluida o levou para novos caminhos, às vezes até distantes dos desejados. No PlayStation 4, entretanto, tivemos alguns retornos, seja de franquias que perderam o rumo ou marcas clássicas do estilo, além de novos expoentes.

A geração do PS4 é aquela em que Resident Evil voltou à velha forma, com um divisivo jogo em primeira pessoa e o remake de um dos seus capítulos mais importantes. Foi também a era em que o xenomorfo nos assombrou em Alien: Isolation ou que estilos antigos encontraram morada, seja na forma do Survival Horror de Tormented Souls ou na correria de Outlast.

Pensando nisso, o Canaltech resolveu listar os 10 melhores jogos de terror para PlayStation 4.

10. Tormented Souls

Uma pérola inusitada chegou logo nos primeiros dias do PS5 e mais tarde abriu as portas desse hospital amaldiçoado também para os donos de PlayStation 4. Com jogabilidade fortemente inspirada nos Survival Horrors do passado e visual que remete diretamente a um dos melhores do gênero, o título traz toques modernos a um estilo que ainda deixa saudades.

Tormented Souls, da desenvolvedora Pqube, é a saga de Caroline, que acorda em uma mansão que serve como hospital psiquiátrico. A busca da verdade sobre seu passado terá um preço alto para ela, enquanto trafega entre mundos e descobre horrores que só podem ser enfrentados com as poucas armas que tem à disposição.

9. Resident Evil 7

Após um passeio pelos jogos de ação e flertes até com o multiplayer, a principal franquia de terror da Capcom dava um passo para trás e olhava suas origens com calma. O Survival Horror, que há 25 anos tanto nos assustava, estava em baixa, mas não por tanto tempo mais, com a mudança na perspectiva trazendo o horror de volta em uma história que, mesmo nova, ainda tinha suas conexões com o passado.

A busca de Ethan Winters por sua esposa, Mia, que acreditava estar morta, é o estopim para a descoberta de novos horrores biológicos nos pântanos da Lousiana, nos Estados Unidos. Em primeira pessoa, o uso sábio da munição e dos itens de cura voltou a ser essencial em Resident Evil 7, enquanto os monstros atacam de todos os lados e impedem nosso caminho pela solução de puzzles e busca por itens que destravam a saída. Um game assustador e um dos melhores exemplares da série, mas que também divide a comunidade até hoje.

8. The Evil Within

A resposta do criador de Resident Evil, Shinji Mikami, aos rumos modernos da franquia que ajudou a criar veio na forma deste game em parceria com a Bethesda. Unindo a jogabilidade moderna com um horror inspirado no passado, The Evil Within nos coloca em uma viagem mental cheia de criaturas perturbadoras e muita violência, além de enigmas psicológicos.

Sebastian é o personagem principal de The Evil Within, um policial com história trágica que é enviado ao lado de seus companheiros para investigar um massacre em um hospital. Logo ele percebe que as ameaças são muito maiores do que ele é capaz de enfrentar, enquanto nota que há algo muito próximo e absolutamente aterrador por trás do banho de sangue que encontra ao chegar no local.

7. Observer

Um dos últimos trabalhos do ator Rutger Hauer (Blade Runner: O Caçador de Androides) como protagonista é também um dos melhores games de terror futurista já lançados. Com uma qualidade peculiar dentro do rol de títulos da desenvolvedora Bloober Team, o título investigativo é também uma viagem pelo horror psicológico e tecnológico que apenas implantes malfeitos e a margem da sociedade poderiam entregar.

Observer é a história de um mundo que padece sob uma praga digital, que ampliou os conflitos entre as pessoas, a pobreza e o uso de drogas. O protagonista Daniel, interpretado por Hauer, é um dos observadores do título, policiais com licença para invadir a mente das pessoas, que vai a um edifício decrépito de apartamentos em busca do filho desaparecido, acabando por entrar em um mundo de terror virtual.

6. Visage

Mais uma proposta independente de alta qualidade, este game inspirado diretamente em P.T., o nosso saudoso Silent Hills, nos coloca dentro de uma casa estranhamente vazia. De pessoas, não de histórias, claro, já que rapidamente começamos a encontrar os vestígios de quem morava ali e, principalmente, de uma tragédia que acometeu a todos.

Visage tem gráficos realistas e foco na iluminação, com o escuro sendo um fator de manutenção da sanidade do personagem. Ainda que estejamos presos, a exploração é livre, com o caminho pela casa revelando as histórias e terrores; outra mecânica interessante faz com que as assombrações se tornem mais severas na medida em que o jogador fica aterrorizado, com a exploração cuidadosa sendo exigida a todo momento.

5. Outlast

A curiosidade de um jornalista o leva à beira da morte em um dos jogos de terror mais famosos dos últimos anos. Focado nas atrocidades, na violência e nos elementos perturbadores, o game da produtora Red Barrels chama a atenção pela atmosfera e pela sensação de pânico, já que estamos sempre sendo perseguidos por assassinos e criaturas.

Outlast é mais um título passado dentro de um hospital psiquiátrico, mas que esconde um segredo bem mais obscuro. O escuro toma todos os lugares e o jogador enxerga o caminho usando uma câmera digital, cuja bateria precisa ser gerenciada com pilhas; não há armas ou muitas formas de se defender, com a furtividade e o cuidado sendo as tônicas de uma jogabilidade cheia de sustos e ataques ao personagem principal.

4. Until Dawn

A veia narrative da desenvolvedora Supermassive Games nasceu em Until Dawn, game exclusivo para o PS4 que aposta nos clichês clássicos do horror. Um grupo de adolescentes em uma viagem festiva para uma cabana isolada é o cenário perfeito para a ação de um assassino, cuja sede de sangue só será satisfeita quando os jovens caírem, um após o outro.

Until Dawn chama a atenção pelos gráficos, mas principalmente por uma história em que as decisões efetivamente importam. São múltiplos finais com diferentes combinações de personagens vivos ou mortos, com todos também podendo sobreviver e, igualmente, morrer, com isso também valendo como um encerramento válido. Acima disso, o game deu origem a uma série de games narrativos que segue até hoje, tornando a produtora um dos grandes expoentes do gênero.

3. Alan Wake

Um dos clássicos do terror do Xbox 360 e uma obra cult celebrada até hoje, o game da Remedy retornou à vida e ganhou novas plataformas em uma remasterização que enalteceu ainda mais seus aspectos clássicos. Com jogabilidade aprimorada e novos visuais, o título foi relançado para PlayStation 4 e abriu as portas deste horror literário para ainda mais gente.

Alan Wake é o nosso protagonista, um escritor com bloqueio criativo que acaba indo para uma cidadezinha em busca da inspiração. Tudo muda, porém, quando sua esposa é sequestrada e ele percebe que os responsáveis parecem ter saído das próprias páginas que ele escreveu. A luz é o caminho para a luta contra estas entidades e também um contraste importante, já que, para sair do escuro, nosso personagem principal terá que o abraçar primeiro.

2. Resident Evil 2

Um dos maiores jogos de todos os tempos agora também pode aparecer na lista de melhores remakes já produzidos. Ainda que não tenha a genialidade da versão refeita de seu antecessor, a reimaginação da passagem de Leon e Claire por uma Raccoon City dominada por zumbis e criaturas da Umbrella chama a atenção pelo estilo e pela jogabilidade, que moderniza o clássico sem que ele perca suas raízes.

A iluminação de Resident Evil 2 é um deleite para os olhos, junto com um sistema de desmembramento no qual o corpo dos inimigos reage aos disparos sofridos. Não são apenas zumbis, porém, mas monstros, perseguidores e cientistas infectados que contam a história e tentam acabar com o jogador das formas mais variadas possíveis, enquanto se desenrola uma trama de conspiração que selou o destino de toda uma cidade.

1. Alien: Isolation

O slogan do filme original dizia que, no espaço, ninguém nos ouviria gritar. A desenvolvedora Creative Assembly resolveu levar isso à sério, não apenas entregando uma das criaturas xenomorfas mais ferozes dos games, como também garantindo que ela nos ouvisse através do controle do PlayStation 4, descobrindo nossa localização nesse labirinto espacial e nos obrigando a ficar imóveis, virtualmente e também no mundo real.

Alien: Isolation serve como continuação para o filme original. Controlamos Amanda Ripley, que segue em busca de sua mãe, Ellen, desaparecida desde os eventos que iniciaram tudo. A bordo da Sevastopol, ela vê sua esperança de reencontro sendo impedida, justamente, pela criatura que causou o desaparecimento, que agora também está atrás dela. O jogador, em posição indefesa, só pode correr, se esconder e torcer para sobreviver.

Menção honrosa: P.T.

As saudades daquilo que jamais tivemos serão eternas. A junção era de um dos principais designers de jogos da atualidade, Hideo Kojima, ao lado do diretor Guillermo Del Toro (Pinóquio), com uma das franquias mais saudosas do horror, Silent Hill, em um game que tinha Norman Reedus (The Walking Dead e Death Stranding) como personagem principal. O anúncio veio de surpresa, com um começo meteórico e um fim trágico.

P.T., sigla para “Playable Teaser”, ou “Teaser Jogável”, dava uma amostra do que estava por vir e revelava, ao final, que o novo título se chamaria Silent Hills. Em meio aos problemas no desenvolvimento de Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, porém, Kojima acabaria entrando em conflito com a Konami e deixaria a empresa, bem como o projeto, que acabaria cancelado. Uma parte da história dos games, cujas páginas jamais foram preenchidas e, aos jogadores, só restou imaginar como seria.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: