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Os 10 maiores flops da tecnologia nos últimos 10 anos

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Nos últimos 10 anos, o Canaltech noticiou o lançamento de diversos produtos que mudaram a história da tecnologia. Entretanto, o site também acompanhou vários “cases de fracasso” da indústria. Então, selecionamos os 10 maiores flops da tecnologia nos últimos 10 anos para mostrar que nem sempre o que parece promissor realmente vai se popularizar.

O Google Glass foi um dos primeiros modelos de "óculos inteligentes" a chegar no mercado (Imagem: Divulgação/Google)
O Google Glass foi um dos primeiros modelos de "óculos inteligentes" a chegar no mercado (Imagem: Divulgação/Google)

Google Glass (2012)

Anunciado em 2012, o Google Glass visava popularizar o conceito de realidade aumentada (AR). Contudo, a ideia de um modelo de óculos sempre conectado à Internet que poderia filmar quase todas as ações do usuário acabou assustando parte do público.

Para mais, parte dos consumidores pensavam que um produto tão “invasivo” não valeria um investimento de US$ 1.500 (atualmente, algo em torno de R$ 7.966). Então, o Google retirou o dispositivo do mercado e apenas disponibilizou versões voltadas para o meio corporativo.

Google Nexus Q falhou ao tentar ser uma "central de mídia" para casa inteligentes (Imagem: Reprodução/Android Central)
Google Nexus Q falhou ao tentar ser uma "central de mídia" para casa inteligentes (Imagem: Reprodução/Android Central)

Google Nexus Q (2012)

Revelado ao lado do Google Glass, o Google Nexus Q tinha a proposta de ser um gadget inteligente que atua como uma "central de mídia". O problema é que a versão básica não trazia os alto-falantes e exigia a compra de cabos separados, enquanto o modelo “premium” apenas reproduzia conteúdos do YouTube e do antigo Play Music.

A gigante das buscas optou por adiar o lançamento do produto após “ouvir o feedback inicial dos usuários”, mas a estreia oficial do Nexus Q nunca ocorreu. A empresa apenas enviou alguns protótipos gratuitamente para clientes selecionados e o projeto deve ter sido engavetado após o sucesso da linha de speakers inteligentes Echo da Amazon.

Apelidado de "Facebook Phone", o HTC First chegou a ser vendido por 99 centavos de dólar (Imagem: YouTube/Soldier Knows Best)
Apelidado de "Facebook Phone", o HTC First chegou a ser vendido por 99 centavos de dólar (Imagem: YouTube/Soldier Knows Best)

HTC "Facebook Phone" (2013)

Após atingir o status de maior rede social do mundo em 2008, o Facebook — atualmente conhecido como Meta — iniciou uma parceria com a taiwanesa HTC para a criação de um celular com vários recursos relacionados ao site. Sucessor do HTC Salsa e do HTC Sense, o HTC First foi lançado em abril de 2013.

O dispositivo Android usava a interface personalizada Facebook Home, cujo um dos “atrativos” era tela de bloqueio que mostrava o feed da rede social em tempo real. Após vender apenas 15 mil unidades no primeiro mês, o preço do celular despencou de US$ 99,99 (atualmente, cerca de R$ 530) para somente US$ 0,99 (~R$ 5,26) antes de ser descontinuado ainda em 2013.

Fracasso de vendas, o Fire Phone causou um prejuízo de US$ 170 milhões para a Amazon (Imagem: Divulgação/Amazon)
Fracasso de vendas, o Fire Phone causou um prejuízo de US$ 170 milhões para a Amazon (Imagem: Divulgação/Amazon)

Amazon Fire Phone (2014)

Depois do sucesso dos e-readers Kindle e dos speakers inteligentes Echo, a Amazon decidiu desenvolver o próprio celular: o Amazon Fire Phone. O primeiro smartphone da gigante do e-commerce até tinha especificações competitivas, como uma interface 3D chamada Dynamic Perspective, mas era claramente um produto criado para alavancar as vendas da empresa.

Lançado em junho de 2016, o dispositivo recebeu inúmeras críticas devido ao péssimo software, não ter aplicativos do Android ou iOS e ser apenas compatível com a operadora americana AT&T. Após se tornar um desastre de vendas, o modelo chegou a ser vendido abaixo do preço de custo antes de ser descontinuado em setembro de 2015 e gerar um prejuízo de US$ 170 milhões para a Amazon.

Desconfortável, a pulseira fitness Microsoft Band não conseguiu atingir o público-alvo (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Desconfortável, a pulseira fitness Microsoft Band não conseguiu atingir o público-alvo (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Microsoft Band (2014)

Em 2014, a Microsoft fez a primeira investida no mercado de vestíveis com a Microsoft Band. Contudo, a pulseira fitness era extremamente desconfortável e o hardware não conseguia cumprir nada do que era prometido.

Mesmo após a estreia de uma segunda versão com algumas correções estéticas e de hardware, o gadget não conseguiu conquistar espaço no mercado. Como resultado, a empresa retirou a pulseira das lojas e ofereceu reembolsos aos usuários que adquiriram os dispositivos.

Mesmo com uma proposta para agradar os audiófilos, o Pono acabou sendo vítima da ascensão do streaming (Imagem: Reprodução/Mashable)
Mesmo com uma proposta para agradar os audiófilos, o Pono acabou sendo vítima da ascensão do streaming (Imagem: Reprodução/Mashable)

Pono (2015)

Com apoio do músico Neil Young, o Pono nasceu com a proposta de ser um player de música com acesso a catálogo virtual para aquisição de apenas faixas de alta fidelidade (Hi-Fi). O produto se tornou real após uma bem-sucedida campanha no Kickstarter que arrecadou US$ 6,2 milhões, superando amplamente a meta inicial de apenas US$ 800 mil.

No começo de 2015, o dispositivo foi lançado oficialmente nos EUA custando US$ 399 (atualmente, algo em torno de R$ 2.119). Contudo, o serviço de streaming Tidal foi relançado na mesma época com uma proposta semelhante e, principalmente, permitindo ouvir todo o catálogo Hi-Fi em qualquer aparelho com apenas uma assinatura mensal.

Juicero se tornou um produto "totalmente obsoleto" após um artigo da Bloomberg (Imagem: Divulgação/Juicero)
Juicero se tornou um produto "totalmente obsoleto" após um artigo da Bloomberg (Imagem: Divulgação/Juicero)

Juicero (2016)

O Juicero chegou ao mercado prometendo ser um produto revolucionário: uma máquina de suco que usava sacos especiais com polpa de frutas frescas vendidos por assinatura. O eletrodoméstico inteligente controlado pelo celular, que custava inicialmente US$ 700 (cerca de R$ 3.717, na atual conversão), tinha a simples função de espremer a bolsa de suco natural e organizar a dieta das pessoas.

Embora a máquina tenha ajudado muitos usuários deficientes, um artigo da Bloomberg revelou ser possível simplesmente espremer os pacotes de suco com as mãos. Após a péssima repercussão da reportagem, a fabricante encerrou as atividades e tentou reembolsar os clientes com… novos sacos de suco.

Problema na bateria fez o Galaxy Note 7 ganhar a fama de "celular explosivo" (Imagem: Reprodução/ExpertReviews)
Problema na bateria fez o Galaxy Note 7 ganhar a fama de "celular explosivo" (Imagem: Reprodução/ExpertReviews)

Samsung Galaxy Note 7 (2016)

Em 2016, o Samsung Galaxy Note 7 estreou com inúmeras críticas positivas devido ao hardware robusto e novidades apresentadas marca. Entretanto, poucos meses após o lançamento, inúmeros casos de celulares pegando fogo — e até mesmo explodindo — fizeram a marca sul-coreana convocar dois recalls por conta de um defeito na bateria.

O nível de perigo do celular era tão grande que companhias aéreas proibiram o embarque do modelo em aviões. Mesmo após o lançamento de uma versão com diversas correções, a fama do Galaxy Note 7 já tinha se espalhado e a fabricante decidiu enviar uma atualização de firmware que inutilizou todos os aparelhos produzidos, já que alguns usuários seguiam utilizando o produto mesmo assim.

Com visual extravagante, os óculos AR Magic Leap não conseguiram cumprir o que prometiam (Imagem: Divulgação/Magic Leap)
Com visual extravagante, os óculos AR Magic Leap não conseguiram cumprir o que prometiam (Imagem: Divulgação/Magic Leap)

Magic Leap (2018)

A Magic Leap, uma startup desenvolvedora de dispositivos AR, ganhou visibilidade ao receber um aporte de US$ 500 mil do Google em 2018. O projeto mostrado pela empresa chamou atenção pelo conceito similar aos gadgets de ficção científica e que prometia “transcender tudo o que já foi feito por um produto físico”.

Contudo, os dispositivos lançados comercialmente eram apenas óculos AR semelhantes ao HoloLens da Microsoft. Além de não conseguir sustentar o hype criado, o modelo de negócio sem o apoio de uma grande corporação resultou em um número baixissimo de vendas.

O carregador sem fio AirPower foi um dos poucos fracassos na história recente da Apple (Imagem: Justin Sullivan/Getty Images)
O carregador sem fio AirPower foi um dos poucos fracassos na história recente da Apple (Imagem: Justin Sullivan/Getty Images)

Apple AirPower (2018)

Embora seja uma das empresas que mais revolucionaram e influenciaram a indústria de tecnologia, a Apple também tem vários fracassos no currículo. Um dos mais recentes foi o Apple AirPower, um "tapete" para carregamento sem fio capaz de fornecer energia para até três dispositivos simultaneamente.

Após anunciar o sistema ao lado do iPhone X em 2017, a gigante de Cupertino descobriu que o projeto era muito mais complexo do que foi pensado inicialmente. Então, um ano e meio depois da revelação, a Maçã cancelou o desenvolvimento do AirPower.

Curiosamente, rumores de que a Apple poderia retormar o projeto ambicioso foram mencionados várias vezes ao longo dos últimos anos. Entretanto, o produto continua sendo um dos "fracassos" da marca mesmo sem ter chegado ao mercado.

Você já conhecia esses 10 flops da tecnologia? Não esqueça de compartilhar esse conteúdo com mais pessoas interessadas nesses recentes fracassos tecnológicos!

Fonte: Canaltech

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