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Organizadores da COP26 buscam evitar negociações via Zoom

Jess Shankleman
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O acordo para limitar o aquecimento global não poderia ter acontecido sem uma monótona sala de reuniões.Foi em dezembro de 1997 quando autoridades dos Estados Unidos, União Europeia e Japão passaram 36 horas amontoados em uma sala do Kyoto International Conference Hall. Quando os diplomatas finalmente saíram, tinham a base do primeiro acordo do mundo para combater a mudança climática. “Foi uma sessão de negociação muito dura”, disse Alden Meyer, especialista do think tank E3G que acompanha as negociações climáticas das Nações Unidas por mais de 20 anos.O documento produzido em uma sala de conferências de Kyoto abriu caminho para o marco do Acordo de Paris quase duas décadas depois.As negociações na importante reunião deste ano, a COP26, provavelmente serão igualmente pesadas, e com a possibilidade de serem realizadas via Microsoft Teams. Organizadores do evento começam a lidar com a possibilidade de terem que realizar todas ou algumas das sessões online se a pandemia de coronavírus não for controlada antes da conferência marcada para novembro em Glasgow, Escócia.

As negociações da maratona se tornaram marca registrada das negociações anuais sobre o clima. Nenhuma cúpula nos últimos anos terminou a tempo, já que os países varam a noite e tentam chegar a um acordo sobre questões espinhosas, como contribuições financeiras. Em Kyoto, os negociadores só terminaram quando uma exposição de lingeries começou a ser montada no local.

“Realmente espero que não precise ser virtual”, disse Anne-Marie Trevelyan, ministra do Reino Unido encarregada das questões de adaptação climática na COP26. “O poder de ter pessoas juntas em uma sala é indiscutível quando você tenta negociar a partir de muitas posições diferentes.”

A reunião deveria ter sido realizada no ano passado e já foi adiada uma vez por causa da pandemia. O governo do Reino Unido, que organiza o evento, diz que está fazendo todo o possível para garantir que isso não aconteça novamente e que os 197 países envolvidos possam se reunir pessoalmente para acertar os detalhes finais do Acordo de Paris.

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