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Organização financeira e mais: 10 dicas para adaptar seu negócio ao novo cenário do mercado

Foto: Getty Images

*Conteúdo apresentado por Visa

Em poucos meses, a pandemia da covid-19 balançou diversos nichos de mercado no Brasil e no mundo. Novas regras de higiene e segurança, necessidade de entrar (ou reforçar a presença) no mundo digital e reorganização financeira foram alguns dos procedimentos adotados às pressas por empresas de todos os portes.

De fato, para se adaptar à nova realidade e driblar a crise, o empreendedor deve renovar-se. E há vários caminhos para isso.. Entre eles, manter a qualidade de produtos e serviços, cuidar da integridade de clientes e funcionários, preservar a saúde financeira de um negócio e, de quebra, colaborar no combate à covid-19. Veja 10 dicas que podem ajudar no dia a dia de pequenas e médias empresas. 

1. Organização financeira 

Em tempos de crise, o ideal é redobrar a atenção ao planejamento financeiro da sua empresa. Caso necessário, adote planos de reestruturação. O objetivo é prever possíveis problemas econômicos, encontrar soluções e até identificar despesas que podem ser cortadas para manter o caixa da companhia mais saudável. 

Criado pela Visa, o blog Finanças Práticas traz uma série de materiais úteis a respeito de educação financeira. O empreendedor também pode melhorar o planejamento e controlar gastos com o auxílio de aplicativos disponíveis para Android e iOS, como GuiaBolso, Organizze e Meu Negócio em Dia. 

2. Regras de higiene 

Todas as empresas, independentemente do tamanho e da área de atuação, precisam se adaptar às novas regras de higiene adotadas mundialmente. O uso de máscaras, por exemplo, deve ser incentivado a funcionários, colaboradores e clientes. Além disso, vale a pena oferecer álcool em gel para esterilizar as mãos de todas as pessoas que estiverem no ambiente. 

Também é importante recomendar que os funcionários lavem as mãos várias vezes ao dia, evitem cumprimentos sociais com toque e cubram o nariz e a boca com o cotovelo ao tossir ou espirrar. Em escritórios, a dica é evitar o compartilhamento de documentos físicos, dando preferência a arquivos digitais.

3. Distanciamento social 

O distanciamento social também é indispensável, já que o vírus se espalha com mais facilidade quando há grande concentração de pessoas. Por isso, é preciso que o pequeno empreendedor prepare seu negócio para as novas necessidades do mercado. 

Um restaurante, por exemplo, pode remanejar a disposição das mesas, fazendo com que os clientes mantenham um distanciamento de aproximadamente dois metros. Já um mercado pode trabalhar com marcações no chão para evitar que as pessoas fiquem aglomeradas nas filas dos caixas e estabelecer vias de mão única nos corredores. 

4. Investimento em e-commerce 

A pandemia mostrou (de uma forma nada amigável) que a transformação digital é um fator inevitável para boa parte das empresas brasileiras. Com a necessidade de distanciamento social, pequenos e médios empreendedores perceberam que oferecer seus produtos e serviços online é um caminho sem volta. 

A boa notícia é que criar uma loja virtual é muito mais fácil do que parece. Com a ajuda de ferramentas e plataformas especializadas, é possível colocar um e-commerce no ar em até 24 horas. 

5. Busca de parceiros  

Firmar parcerias que agreguem valor ao negócio é uma das melhores maneiras de conquistar clientes e aumentar vendas. O programa Compre do Pequeno, fomentado pelo Vai de Visa, conecta clientes a pequenos comerciantes e autônomos que atuam em uma mesma região. 

A iniciativa é uma boa opção para empresários que desejam minimizar os impactos causados pela crise e para consumidores que buscam valorizar o comércio local. É possível fazer compras online ou optar pela aquisição de vouchers, que podem ser usados quando a pandemia passar. 

6. Logística inteligente 

Vender produtos pela internet não se resume apenas a ter um bom e-commerce. É preciso ficar atento à logística das mercadorias e garantir que o pedido chegue rapidamente e da melhor forma possível ao consumidor. 

Restaurantes e mercados podem trabalhar com entregadores próprios ou aproveitar serviços oferecidos por aplicativos de delivery. Para outros tipos de negócios, o ideal é optar por transportadoras confiáveis ou pelos Correios. Os empreendedores também podem desenvolver estratégias para que o cliente retire compras pessoalmente de forma segura.

7. Home office 

Adotado há tempos por algumas empresas do Brasil e do mundo, o home office ganhou ainda mais força durante a pandemia. Muitas companhias que ainda não adotavam o trabalho remoto perceberam que os funcionários continuam sendo produtivos em casa e que o escritório deixou de ser um ambiente essencial. 

O estudo “É possível conciliar o Home com o Office?”, do ISE Business School, indica que 80% dos gestores aprovam o trabalho a distância. A prática pode trazer benefícios tanto para os funcionários (que passam menos tempo no trânsito e têm mais flexibilidade) como para as companhias (que conseguem cortar alguns gastos e otimizar tarefas). 

8. Tecnologia de vídeo
As plataformas que permitem realizar chamadas de vídeo são boas aliadas das empresas que desejam se adaptar ao novo mercado. Em vez de reunir vários colaboradores em uma sala, o empreendedor pode apostar em uma webconferência ou webinários realizados por meio de plataformas de alta qualidade – as opções variam desde as de redes sociais (como Instagram, WhatsApp e Facebook) até ferramentas específicas, como Zoom, Microsoft Teams e Google Meet. 

As videochamadas também são importantes para o pequeno e médio empreendedor que presta serviços. Consultorias, sessões de terapia, aulas de idiomas e até atendimentos médicos são algumas das atividades que podem ser realizadas por vídeo, mantendo o distanciamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e por outras instituições da área. 

9. Redes sociais e lives

O pequeno e médio empresário que ainda não usava as redes sociais para promover o negócio precisa repensar essa estratégia. Plataformas como Facebook, Instagram e YouTube são cada vez mais úteis para divulgar serviços e produtos, ou até investir em marketing de conteúdo, oferecendo materiais relevantes para fidelizar e prospectar clientes. 

Caso queira ir além, a companhia pode surfar na onda das lives para criar engajamento com o público. Basta selecionar uma pauta relevante e planejar uma espécie de roteiro, que pode ser simples. Uma butique de roupas, por exemplo, tem a chance de organizar um vídeo online falando a respeito de estilo e moda. 

10. Oportunidades e tendências

Apesar das dificuldades e mudanças inesperadas, momentos de crise são conhecidos por oferecer oportunidades. Por isso, os empreendedores precisam estar atentos e preparados para aproveitá-las. 

Ficar de olho em novas soluções e tendências é uma boa pedida. Além disso, o ideal é analisar os panoramas do mercado, identificar as principais mudanças e aplicá-las ao negócio de forma organizada e sustentável.