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Orçamento: Expectativa de acordo adia pleito do Congresso por recriação do Ministério do Planejamento

Paulo Capelli
·1 minuto de leitura

BRASÍLIA - A expectativa de um acordo iminente envolvendo Congresso e Planalto sobre o Orçamento adiou a intenção de deputados e senadores de levar ao presidente Jair Bolsonaro um pleito para desmembrar o Ministério da Economia, recriando a pasta do Planejamento. Com o imbróglio, eles alegam que o episódio reforça que Guedes não pode comandar, na superpasta de Economia, estruturas que, antes, eram divididas em Planejamento e Fazenda.

O descontentamento é grande com técnicos da pasta, como Waldery Rodrigues (secretário especial da Fazenda), Carlos da Costa (secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade) e Bruno Funchal (secretário do Tesouro). O pleito principal é para que Guedes seja esvaziado, sem a necessidade de o Congresso indicar o nome que venha a ocupar o Planejamento.

O movimento, contudo, arrefeceu nesta sexta-feira, após parlamentares dizerem que receberam um aceno da equipe de Guedes para aprovar o Orçamento mantendo o acordo original feito com o Congresso.

Integrantes da cúpula da Câmara afirmaram ao GLOBO que está "muito bem encaminhado" um acordo para o presidente Jair Bolsonaro sancionar o Orçamento e, por meio de projestos de lei, tirar os excessos que não estavam no acordo original, como emendas de relator apresentadas pelo senador Márcio Bittar (MDB-PA).

Com isso, o movimento para a recriação do Ministério do Planejamento deverá ficar para os próximos meses.