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Oposição e Centrão derrubam sessão da Câmara por auxílio e Comissão do Orçamento

Raphael Di Cunto e Marcelo Ribeiro
·2 minutos de leitura

Grupos pressionam para que o benefício emergencial seja mantido em R$ 600 e pela instalação do colegiado que apreciará a peça orçamentária A oposição e parte do Centrão se uniram nesta terça-feira e derrubaram a sessão da Câmara dos Deputados. Por parte da oposição, a pressão é para votar a medida provisória (MP) que prorrogou o auxílio emergencial até dezembro, mas cortou o valor pela metade. Já PP, PL, PTB e SD pressionaram pela instalação da Comissão Mista de Orçamento (CMO). O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda em recuperação após contrair covid-19, nem foi à Casa para presidir a sessão, que acabou derrubada mesmo com um projeto consensual na pauta – uma medida provisória para prorrogar contratos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) que estão próximos de vencer. Os partidos de oposição entraram em obstrução para cobrar a votação da MP do auxílio emergencial. Eles cobram que o texto seja votado para poderem aprovar que os pagamentos serão de R$ 600, e não os R$ 300 propostos pelo governo Bolsonaro para as últimas parcelas. A estratégia dos governistas é deixar a MP caducar para não terem o desgaste de votar contra a ampliação dos pagamentos – o governo diz que o custo fiscal é muito alta de mantê-los. Já parte do Centrão questiona o cancelamento da sessão da CMO desta terça-feira e pressiona o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), para que marque a eleição para esta semana. O líder do PP, deputado Arthur Lira (AL), tenta eleger uma aliada, Flávia Arruda (PL-DF), para presidir a comissão, que terá controle sobre o Orçamento de 2021, mas Maia quer colocar no posto o deputado Elmar Nascimento (DEM-BA). Deputados pressionam o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pela eleição dos membros da Comissão de Orçamento Jefferson Rudy / Agência Senado Elmar era o nome de consenso até o rompimento entre os grupos de Maia e de Lira por causa da sucessão na Câmara. O atual presidente quer fazer um sucessor com mais independência em relação ao governo, enquanto o líder do PP trabalha como candidato alinhado ao Executivo. Nesta terça-feira, Lira venceu a disputa e conseguiu travar a pauta da Câmara. O DEM de Maia e Alcolumbre, PSL, PSDB, Cidadania, Novo e PV foram os únicos partidos contrários à retirada de pauta. O PSD liberou seus parlamentares, enquanto o Republicanos, que num primeiro momento se declarou contrário, apoiou a iniciativa posteriormente. Foram 213 votos contra a retirada de pauta e 9 a favor. Como o quórum de 257 votantes não foi alcançado, a sessão foi encerrada e não haverá mais votações nesta terça-feira. 06/10/2020 16:05:34