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Operadores de commodities buscam pistas sobre política da China

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Investidores de commodities têm muitas contradições aparentes para avaliar quando se trata da resposta da China à desaceleração do crescimento e aos preços teimosamente altos, e o que isso significa para a trajetória dos mercados.

O relatório do PIB do segundo trimestre e outros dados a serem divulgados na quinta-feira devem ajudar a consolidar as opiniões sobre o giro da política do governo chinês e até que ponto busca o afrouxamento monetário. Com os números resilientes do comércio em junho, a série de dados, que também inclui produção industrial e vendas no varejo, não deve trazer o tipo de choque da semana passada com a redução da taxa de depósitos compulsórios dos bancos.

E, embora a expectativa do banco central seja de que os preços ao produtor desacelerem no quarto trimestre, o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, voltou a destacar a inflação das commodities. Em comentários à rádio estatal, ele prometeu tomar amplas medidas para aliviar a pressão de alta dos preços, indicando que o governo de Pequim não terminou sua campanha para controlar os custos das matérias-primas.

Como a política chinesa tem influenciado os mercados de ferrosos será um dos focos dos números do PIB na quinta-feira. O plano do governo de Pequim de cortar a produção de aço e controlar as emissões acaba por aumentar os preços da liga e, ao mesmo tempo, reduz a demanda por sua principal matéria-prima, o minério de ferro. O UBS estima que as restrições às siderúrgicas podem reduzir a demanda por minério de ferro em cerca de 75 milhões de toneladas no segundo semestre.

A Mysteel espera que a produção de aço em junho atinja cerca de 97 milhões de toneladas, uma queda em relação ao recorde do mês anterior, mas ainda o terceiro maior volume já registrado, sob o impacto da menor demanda durante o verão chinês e margens mais baixas das usinas. Com isso, o total anual soma 570 milhões de toneladas, indicando que seriam necessários cortes maiores para que a produção fique abaixo do recorde de 2020, de pouco mais de 1 bilhão de toneladas.

Com os preços do carvão térmico mais uma vez perto de 900 yuans por tonelada, a pressão recairá sobre as mineradoras para aumentar a produção. Mais uma vez, a indústria foi forçada a fazer malabarismos com ordens conflitantes do governo, que queria elevar a produção e desacelerar a atividade para garantir a segurança dos trabalhadores antes do centenário do Partido Comunista, que foi celebrado no início de julho.

Já a produção de alumínio deve ficar perto do recorde de abril, pois as fundições aumentaram o ritmo de operação para conseguir margens mais altas, o que compensou as perdas de produção devido à falta de energia nas províncias do sul.

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©2021 Bloomberg L.P.

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