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Operação de caça a 'André do Rap' custaria R$ 2 milhões a São Paulo

Redação Notícias
·3 minutos de leitura
O traficante André do Rap, um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital)
O traficante André do Rap, um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital)

A mobilização de uma força-tarefa para recapturar o traficante André Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital), teria um custo estimado de R$ 2 milhões para os cofres do governo de São Paulo.

As informações foram publicadas no blog do Josias de Souza, no UOL.

A operação, a princípio, envolveria 600 policiais com gastos incluindo horas de trabalho, equipamentos e outras despesas. Dentro dessa conta, não estariam, por exemplo, despesas da Polícia Federal e das polícias de outros estados envolvidos na busca.

No momento, a caça a um dos narcotraficantes mais poderosos do país envolve equipes das Polícias Militar e Civil dos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

“André do Rap” está foragido desde sábado, após receber um habeas corpus do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Marco Aurélio Mello, e ter o benefício revogado pelo também ministro do STF, Luiz Fux.

O plenário da Corte julga o caso na tarde desta quarta-feira (14).

O julgamento deve definir uma interpretação única para o artigo 316 do Código de Processo Penal, que serviu como base para a decisão de Marco Aurélio Mello em prol da soltura. O ministro se baseou no artigo que determina que uma prisão preventiva (provisória) se torna ilegal se não é reanalisada a cada 90 dias pelo juízo responsável.

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Já conhecido da polícia, o traficante passou seis anos preso, e foi solto em 2008. Em 18 de setembro do ano passado, foi preso novamente em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. De acordo com informações do jornalista Lauro Jardim, em sua coluna do Globo, o traficante tentou evitar sua prisão em 2019 utilizando um artifício comum: oferecendo dinheiro aos policiais.

Segundo o jornalista, Andre do Rap fez a “modesta” oferta de R$ 10 milhões a Fabio Pinheiro Lopes, delegado da Dope (Divisão Antissequestro do Departamento de Operações Policiais), que chefiou uma equipe de mais de 20 policiais que prenderam o traficante em uma mansão de Angra dos Reis.

Uma equipe de investigadores teria seguido André do Rap de forma velada, após sua soltura. Ele foi de carro para Maringá, no Paraná, onde um avião particular o esperava. Policiais acreditam que ele tenha seguido para o Paraguai.

Foragido, André do Rap é alvo de uma grande operação da Polícia Civil de São Paulo, que envolve os departamentos Estadual de Investigações Criminais (DEIC), de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e de Operações Policiais Especiais (DOPE).

A Interpol incluiu, na terça (13), o nome do traficante na lista internacional de procurados. O pedido havia sido feito pela Polícia Federal na segunda-feira. De acordo com a PF, o perfil do criminoso brasileiro não aparece no site da Interpol porque o cadastro foi feito em uma “lista restrita”. Também nesta terça-feira, André do Rap entrou na lista de procurados do Ministério da Justiça e Segurança Pública.