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‘Operação Vacina’ do governo federal prevê chegada de doses à Fiocruz neste sábado

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·3 minuto de leitura
Foto: Ministério da Saúde/Divulgação

O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quarta-feira (13) que a vacinação contra a Covid-19 no Brasil começará ainda este mês, podendo ser já na semana que vem. Após anunciar, durante um pronunciamento em Manaus (AM), que o governo federal acertou a ida de um avião à Índia para buscar 2 milhões de doses prontas da fórmula da AstraZenecaOxford, fabricadas pelo Instituto Serum, ele propôs a realização de um evento na próxima terça-feira, no Palácio do Planalto, para marcar o lançamento da campanha de imunização, que, então, teria início na quarta, dia 20, mas a data ainda não está definida.

— Vamos vacinar em janeiro — disse Pazuello. — Hoje (quarta-feira, dia 13) decola o avião para buscar 2 milhões de doses na Índia. É o tempo de viajar, apanhar e trazer. Já está com o documento de exportação pronto.

A operação, na verdade, começa nesta quinta-feira (14). Em nota, a companhia aérea Azul, responsável pelo transporte internacional das vacinas indianas, esclareceu que o avião decolará nesta noite, às 23h, do Recife (PE). Serão 15 horas de voo sem escalas até Mumbai, na Índia. A aeronave, equipada com contêineres refrigerados para manter a temperatura ideal de preservação das doses (entre 2°C e 8°C), deve pousar no sábado, às 15h, no Aeroporto do Galeão, no Rio, de onde a carga de 15 toneladas seguirá para a Fiocruz, em Manguinhos. Lá, as caixas serão etiquetadas e ficarão prontas para serem distribuídas pelo ministério.

Pazuello reafirmou que o pais está preparado para iniciar a vacinação assim que houver o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão responderá neste domingo ao pedido de uso emergencial do imunizante de Oxford, feito pela Fiocruz, e da CoronaVac, do Butantan.

— Temos duas vacinas para janeiro muito promissoras, a da Fiocruz/AstraZeneca e a do Butantan com a Sinovac. São 8 milhões de doses. Quando a Anvisa concluir suas análises de segurança e eficácia, três, quatro dias depois nós estamos distribuindo a vacina no Brasil — disse o ministro. — A Anvisa vai se pronunciar no dia 17. Botem aí os números para frente. Se a Anvisa alongar para o dia 20, 22, botem os números para frente, mas é janeiro ( o início da vacinação).

Ao contrário do que Pazuello vinha dizendo nos últimos dias, a vacinação não terá início simultaneamente em todas as cidades do país. O Ministério da Saúde decidiu começar pelas capitais.

— Vai começar pelas capitais, eu não posso esperar chegar em 5.570 municípios, 38 mil salas de vacinação para então “startar” (começar) a vacinação. Vai começar quando chegar nas capitais, se ao mesmo tempo já tiver conseguido chegar também nos municípios mais próximos, se a gente conseguir cumprir o prazo, podemos começar em todos municípios de um estado. Mas os senhores conhecem a realidade do Brasil com seus 8,5 milhões de quilômetros quadrados — justificou o secretário-executivo do ministério, Élcio Franco, ressaltando que a lei impede a distribuição das doses antes de a vacina ter aval da Anvisa. — A vacina que não tem autorização está sob termo de guarda. Então, ela está com o Butantan, mas não pode ser usada. No termo de guarda, há responsável técnico que está com a guarda dessa vacina, ele não pode usar, não pode distribuir, não pode lotear. A mesma coisa para a vacina que vier da Índia, que ficará com termo de guarda na Fiocruz.

Questionado sobre o motivo de não começar a campanha por São Paulo e Rio de Janeiro, onde estão o Instituto Butantan e a Fiocruz, que detêm as doses da vacina, ele frisou que a intenção é que “ninguém fique para trás”:

— São Paulo e Rio nao estão perdendo, o Brasil está ganhando — disse Franco.