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Operação mira suspeitos de furtos em dutos de Petróleo na Baixada Fluminense

Rafael Nascimento de Souza
·2 minuto de leitura

RIO — A Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) desencadeou, na manhã desta terça-feira, uma operação contra uma organização criminosa especializada em furtos diários de petróleo em dutos da Transpetro/Petrobrás, na Baixada Fluminense. A ação foi batizada como “Porto Negro”. A Polícia Civil e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, cumprem cinco mandados de prisão e quatorze de busca e apreensão contra o bando. Entre os mandados de prisão está a do capitão da Polícia Militar Marcelo Queiroz dos Anjos, que já é considerado foragido. Outras quatro pessoas foram presas.

As investigações começaram há seis meses, após uma perfuração de dutos da Transpetro no município de Guapimirim, na Baixada. Durante a apuração sobre a quadrilha, interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça identificaram a atuação da mesma organização criminosa em duas outras perfurações para furto de petróleo, em Nova Iguaçu e em Queimados, também na Baixada. Neste último município, os criminosos construíram um túnel subterrâneo para acesso ao duto e chegaram a alugar uma retroescavadeira para abertura de uma via de acesso para caminhões-tanque ao local da retirada do petróleo.

Ainda de acordo com as investigações, o chefe da organização criminosa, também responsável pela cooptação dos demais integrantes é o oficial da PM, alvo da operação. Para os investidores, Anjo também é a pessoa que alugou a retroescavadeira utilizada para abertura de uma via de acesso e construção do túnel em Queimados.

Segundo as investigações, após roubarem o material no Rio, o produto era transportado para a cidade de Rolândia (PR) para adulteração e posterior revenda. Na cidade paranaense, os agentes cumprem mandado de prisão e de busca e apreensão contra o empresário Walmir Aparecido Marin, já preso pela DDSD na operação “Sete Capitães II, em dezembro de 2020.

No Rio, os mandados são cumpridos na capital, em Duque de Caxias, na Baixada, e em Itaboraí, na Região Metropolitana. Também são cumpridas ordens de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, em endereços ligados aos demais integrantes da organização criminosa.