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Operação contra pirataria de TV por assinatura prende suspeito no Rio

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Uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, em conjunto com a Ancine (Agência Nacional do Cinema) prendeu em flagrante, nesta terça-feira (19), um contador envolvido com transmissão de conteúdos piratas. Outros dois indivíduos foram encaminhados para delegacia durante a operação, mas foram liberados pouco depois.

O contador Bruno da Silva Guimarães foi preso em seu escritório, em que após busca foi encontrado um computador que realizava transmissão de conteúdos piratas. Sua detenção teve fiança de R$ 5 mil, que ele optou por pagar para poder responder ao processo em liberdade.

A prisão é parte da Operação 404, que já cumpriu 13 mandados de busca e apreensão contra três páginas da internet de pirataria de TV por assinatura, duas de streaming ilegal e um de IPTV, nas cidades do Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Magé, Cabo Frio e Casimiro de Abreu.

Esses sites juntos totalizam cerca de 46 milhões acessos mensais aos conteúdos piratas disponibilizados em suas plataformas, o que, segundo o portal G1, gera um prejuízo de cerca de R$ 100 milhões para TV por assinatura e serviços relacionados.

Cerco à pirataria no Brasil vai crescendo

<em>TV Box apreendidas em operação da <a class="link " href="https://canaltech.com.br/empresa/anatel/" rel="nofollow noopener" target="_blank" data-ylk="slk:Anatel">Anatel</a> contra comercialização de produtos piratas no Brasil. (Imagem: Divulgação/Anatel)</em>
TV Box apreendidas em operação da Anatel contra comercialização de produtos piratas no Brasil. (Imagem: Divulgação/Anatel)

No Brasil, a pirataria de conteúdos é popular, com muitos usuários acessando sites de streaming ilegais para acompanhar jogos de futebol, por exemplo, sem pagar o Pay-per-View exigido por operadoras. Porém, além dos prejuízos as empresas detentoras dos direitos, a situação também pode levar a infecção dos computadores dos espectadores com vírus, já que geralmente as páginas, para se sustentar, contam com os mais diversos tipos de adições - incluindo anúncios potencialmente suspeitos.

Em geral, a opção mais segura é pagar de forma oficial os serviços de streaming ou TV por assinatura. Por mais que opções como IPTV e as TV Box possam parecer mais acessíveis, a longo prazo elas podem ocasionar dores de cabeça que façam qualquer benefício anterior parecer insignificante.

Além disso, nos próximos anos quem opta por opções piratas pode encontrar maior dificuldade em achar em varejos TV Box ou mesmo encontrar na internet sites que transmitam conteúdos pirata, já que operações como a da Ancine descrita acima e apreensões da Anatel estão fechando o cerco contra essas operações.

Fonte: Canaltech

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