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OPEP+ prevê leve aumento da produção

·2 min de leitura
O ministro do Petróleo de Angola, Diamantino Pedro Azevedo, chega para uma reunião da OPEP em Viena, em 5 de dezembro de 2019 (AFP/Joe Klamar) (Joe Klamar)

Os principais países exportadores de petróleo, integrados à OPEP e parceiros, provavelmente manterão sua política de aumento moderado da produção em sua reunião desta terça-feira (4), já que a rápida propagação da variante ômicron da covid-19 quase não afetou a demanda.

O cartel OPEP+, que inclui as principais nações produtoras, Arábia Saudita e Rússia, conseguiu resistir às pressões, apesar de os altos preços de energia estarem impulsionando a inflação no mundo todo.

Os 13 membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e seus dez parceiros reduziram sua produção em 2020, quando a pandemia afundou a demanda.

No ano passado, decidiram intensificá-la gradativamente, de acordo com a recuperação dos preços, enquanto revisavam a situação mês a mês.

Nesta terça-feira, às 6h45 de Brasília, o preço do petróleo Brent, referência europeia, registrava alta de 15% em relação ao seu nível de antes da reunião de dezembro, e era negociado a US$ 79,30.

Vários analistas esperam que os preços subam ainda mais, uma vez que as extrações aumentam muito lentamente em relação à demanda.

"Entre os especialistas científicos, um consenso cada vez mais amplo está surgindo: a imunidade está cada vez mais disseminada, seja por vacinação, seja por infecções. E isso limitará, consideravelmente, o efeito do vírus nos próximos meses", estima Tamas Varga, analista da PVM.

Isso pode alimentar o apetite dos investidores pelo petróleo, apesar de "a Agência Internacional de Energia alertar que haverá um excedente nos primeiros meses de 2022", ressalta Ipek Ozkardeskaya, analista da SwissQuote.

Na mesma linha, durante uma reunião técnica na segunda-feira (2), os analistas da OPEP disseram aos 13 países-membros e a seus dez parceiros que o impacto da ômicron sobre a demanda será moderado.

A reunião de hoje dos 23 países por videoconferência terá início às 10h (de Brasília), após a realização de discussões técnicas entre todas as partes, agendadas para uma hora antes.

"Espero que o grupo mantenha seu plano", adotado em maio de 2021, "e aumente sua produção em 400 mil barris por dia em fevereiro", disse Giovanni Staunovo, analista do UBS.

Mas, ainda que os países da OPEP+ venham aumentando sua produção, paulatinamente, desde o ano passado, os especialistas destacam que alguns deles, como Nigéria e Angola, têm tido dificuldades.

"O importante aqui foi que a Rússia não aumentou sua produção em dezembro, o que pode ser um sinal de que está se aproximando de sua capacidade de produção", diz Bjarne Schieldrop, analista-chefe de matérias-primas da SEB, líder mundial na fabricação de eletrodomésticos.

Outro peso-pesado do grupo, o Irã, viu suas exportações encolherem, devido às sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos.

As negociações entre Teerã e países ocidentais para tentar revitalizar o acordo sobre o programa nuclear iraniano e devolver os Estados Unidos ao pacto foram retomadas no final de novembro. Até o momento, porém, o mercado parece cético quanto aos barris iranianos.

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